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Por Redação
19 de novembro de 2025 às 00:20 ▪ Atualizado há 2 meses
A bomba que estourou no Banco Master não para de gerar consequências. Depois que o Banco Central decretou liquidação extrajudicial e assumiu o controle da instituição, os olhos do mercado se voltaram para um nome que muita gente conhece: Will Bank.
Will Bank. Muitos tem ele… mas poucos sabem da ligação direta com o Banco Master.
A fintech, famosa pelo cartão amarelinho, virou o “prêmio de consolação” mais valioso do grupo e, segundo especialistas ouvidos por jornalistas do setor, tem que ser vendida com urgência para não afundar junto.
O Banco Central entrou pesado: alegou crise de liquidez, bagunça na administração e uma fila de irregularidades.
O dono do banco, Daniel Vorcaro, foi preso em uma operação da Polícia Federal que investiga fraudes e emissões suspeitas de títulos.
Com isso, o Banco Master ficou de joelhos e foi direto para liquidação.
O Will Bank é o braço digital do Master. Muita gente nem sabia que eram “parentes”, mas são.
O detalhe é que o banco digital vinha crescendo, tinha mercado e estava tentando se firmar como opção para a “galera” que buscava conta digital mais simples.
Só que a maré virou de vez:
E aí vem o ponto crucial: pra salvar o que dá, o Will Bank precisa ser vendido rápido.
Porque o tempo está jogando contra.
O Master foi liquidado, está quebrado, e o BC precisa proteger clientes, investidores e o próprio sistema financeiro. Quanto mais o tempo passa, mais o Will Bank perde valor, perde confiança e fica associado à crise do Master.
O mercado já comenta que a fintech tem chance de sobreviver apenas se mudar de mãos logo.
Nos bastidores, já existem conversas ventiladas:
Mas agora o cenário mudou: todo mundo sabe que o Will Bank está à venda e precisa vender rápido.
Por enquanto, o Will Bank continua operando.
Mas todo cliente sabe como é: quando a instituição dona entra em crise, a insegurança cresce.
A venda seria uma forma de blindar a fintech e evitar que entre no efeito dominó do Master. Se nada for feito, o risco é óbvio: o banco digital pode ser puxado para dentro da mesma lama.
Essa crise do Master já está dando trabalho para o FGC (Fundo Garantidor de Créditos), que precisará cobrir depósitos da instituição quebrada.
Quanto maior a demora para resolver o futuro do Will Bank, maior o risco para o mercado e maior o estrago reputacional.
O Will Bank virou uma peça valiosa cercada de fumaça. É o último ativo grande do grupo Master. E, por tudo o que aconteceu nas últimas 24 horas, uma venda rápida parece ser a única saída realista.
Em outras palavras…
se o Will Bank não for vendido agora, pode não ter como vender depois.
Crise e Lucro
Fim da linha
Coluna Ponto de Ruptura
Operação Carbono
Onipresente?
“Amostradinho”