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Por Redação
02 de dezembro de 2025 às 16:06 ▪ Atualizado há 2 meses
Em passagem pelo Piauí, na Assembleia do Consórcio Nordeste, o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, comentou, entre sorrisos, a cobrança pela presença no estado e detalhou a estratégia nacional que está sendo construída para impulsionar o desenvolvimento de municípios com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
Wellington Dias e Rafael Fonteles Questionado sobre sua relação com Rafael Fonteles, ele caracterizou como maravilhosa, o ministro tratou com leveza.
“É uma relação muito boa. Acho que o problema com o governador Rafael é só para o Piauí: é pouca agenda”, brincou. Dias admitiu que existe uma cobrança forte por sua presença no Piauí, mas garantiu que sempre que pode retorna ao estado para cumprir atividades. “Sempre que eu posso, como fiz agora no fim de semana, venho. Visitamos obras, inauguramos projetos, trabalhamos juntos”, afirmou.
O ministro relatou ainda que, na manhã de segunda-feira (1º), teve uma agenda importante com o secretário de Planejamento, Washington Bonfim (PSB), voltada para a formatação de uma estratégia conjunta. A iniciativa mira apoiar cidades que ainda enfrentam grandes desafios sociais e econômicos.
Ao ser questionado pela TV Lupa1 se poderia adiantar detalhes do plano, Wellington Dias explicou que a base da estratégia é mapear os municípios com os piores indicadores.
“Nós temos que trabalhar sempre olhando para o IDH e para o índice de Gini. Como alcançar crescimento na educação? Como fazer crescer a renda? Como ampliar a expectativa de vida? Como diminuir a desigualdade?”, pontuou.
Segundo o ministro, as ações serão integradas entre União, estados e municípios, atuando especialmente onde os indicadores sociais ainda estão mais distantes da média nacional. “Quais são os municípios com mais baixo IDH em cada estado? Se trabalharmos de forma muito integrada, vamos ter bons resultados”, disse.
A estratégia será anunciada oficialmente nas próximas semanas e deve nortear investimentos sociais e de infraestrutura para acelerar o desenvolvimento das regiões mais vulneráveis.
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