INVESTIMENTO
Por Redação
02 de dezembro de 2025 às 14:53 ▪ Atualizado há 2 meses
O deputado estadual Dr. Vinicius, líder do Governo do Piauí na Assembleia Legislativa do Piauí( Alepi) reafirmou nesta segunda-feira a importância da aprovação da reestruturação da dívida de US$ 600 milhões do Piauí junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Segundo ele, a medida reforça o compromisso do governo com uma administração fiscal moderna e eficiente, longe de representar um novo endividamento.
Deputado Dr. Vinicius (PT) O parlamentar explicou que a operação aprovada trata exclusivamente de reorganizar as condições da dívida já existente, permitindo que o estado conquiste mais fôlego para planejar investimentos estratégicos.
“Não se trata de dinheiro novo. É uma reorganização de juros, de parcelas e do período de carência”, afirmou. Para ele, a reestruturação é uma prática comum em governos que prezam pelo planejamento e pelo uso responsável dos recursos públicos.
O ajuste nas condições do contrato deve garantir juros menores, prazo de carência ampliado e mais tempo para quitação total do débito, fatores que fortalecem a capacidade financeira do estado e ampliam a margem para investimentos em infraestrutura.
Ao comentar críticas sobre a capacidade de pagamento do estado, Dr. Vinicius foi categórico ao lembrar que o Piauí tem um dos melhores históricos fiscais do país.
“O Piauí não possui dívidas com a União”, destacou. Ele reforçou ainda que qualquer renegociação ou empréstimo internacional só é autorizado após rigorosa análise técnica do Governo Federal.
Segundo o deputado, operações desse tipo contam com a garantia da União e só são liberadas para estados com comprovada saúde financeira. “Não existe autorização para quem não pode pagar. Tudo passa pelo crivo do Ministério da Fazenda e do Banco Central”, explicou.
Para o parlamentar, a aprovação da renegociação não apenas confirma a confiança dos organismos internacionais no estado, como também abre espaço para que o Piauí continue avançando em obras estruturantes sem comprometer suas contas.
A medida, avalia Dr. Vinicius, evidencia que o estado segue no caminho do equilíbrio fiscal e da capacidade de atrair investimentos.
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