PARNAÍBA EM FOCO
Por Redação
30 de setembro de 2025 às 01:35 ▪ Atualizado há 2 meses
UMA PALAVRA LUPA1
Calma.
Lá na frente explicamos sobre o “boneco de Olinda”.
Vamos antes fazer um breve retrospecto.
O ano de 2025 vai entrar para a história na cidade de Parnaíba. Um ano pós-eleitoral, entressafra da ebulição do voto, porém bastante movimentado a partir da decisão do jovem prefeito da cidade em fazer “voo solo”, defenestrando a todos que o apoiaram e foram decisivos para que ele ali chegasse. Dali em diante uma sucessão de fatos expuseram a cidade a uma situação, no mínimo, vexatória.
Francisco Emanuel, exaltado, atacando família Mão Santa
Os primeiros meses do ano foram dedicados as exonerações simbólicas do ato traiçoeiro. Em seguida vieram as nomeações parentais, que chegaram até ao privilegiado e destacado primo maqueiro, claro, depois de passar por outros parentes premiados. Era só o começo. Tinha muito mais por vir.
A gestão inerte, com escolas e postos de saúde em descompasso, ruas, avenidas e praças com lixo acumulado era o retrato claro da inoperância e da incapacidade sendo revelado. Não era à toa. O gabinete central estava focado em buscar fornecedores “alinhados” a nova gestão.
A inexigibilidade licitatória era a chave que precisava ser acionada para a compra de livros, medicamentos, contratação de prestadores de serviço em setores essenciais como limpeza pública e coleta de lixo, além de outros menos robustos. Não tardou para que os órgãos de controle entrassem em ação, pareados com o Ministério Público. Compras canceladas, suspeitas levantadas e Parnaíba se vendo exposta a situações sem precedentes.
Não bastasse, lá vem a Hilux, em nome do primo, quase-irmão e sócio, paga a vista, em espécie.
Que ano esse 2025, não é?
E que gestão, hein?
O “Boneco de Olinda” parnaibano
Boneco de Olinda: Francisco Emanuel Pra fechar o ciclo vexatório, só mesmo um “boneco de Olinda” perambulando pelas ruas da bela e resistente cidade do litoral piauiense, parando de porta em porta, numa ação de marketing às avessas, protagonizadas por um prefeito desnorteado, mergulhado em deslumbre, isolado em sua vaidade e rodeado por aproveitadores, gananciosos, ávidos por seus quinhões nessa areia movediça em que se transformou a gestão de Francisco que, com o recente escândalo da lista de agraciados do “Minha casa, minha vida” (vide reportagem), vai dando cada vez mais clareza ao que se propõe a fazer enquanto estiver sentado na cadeira de prefeito.
Até quando?
Alguém arrisca?
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