INVESTIGAÇÃO
Por Redação
16 de setembro de 2025 às 14:12 ▪ Atualizado há 2 meses
O subprocurador-geral da República, Nicolao Dino, irmão do ministro do STF Flávio Dino, tornou-se o mais novo foco de pressão na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS.
Irmão de Flávio Dino, vira alvo da CPMI do INSS após acordo sobre fraudes - Foto: Divugalção A convocação tem como pano de fundo um acordo homologado pelo Supremo Tribunal Federal que define a responsabilidade da União e do INSS em fraudes previdenciárias.
Na segunda-feira (15/9), o deputado Kim Kataguiri (União-SP) protocolou um requerimento para que Nicolao Dino preste esclarecimentos sobre os termos do pacto.
O documento também foi assinado pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, mas Kataguiri preferiu não incluir Gonet no pedido, focando exclusivamente no irmão de Flávio Dino.
O acerto teve ainda a participação de nomes centrais do governo federal: o advogado-geral da União, Jorge Messias, o ministro da Previdência, Wolney Queiroz, o presidente do INSS, Gilberto Waller Jr., e o controlador-geral da União, Vinicius de Carvalho.
Representantes da Defensoria Pública da União e da OAB também assinaram o documento. Em outros requerimentos, Kataguiri solicita a convocação dos demais signatários.
A CPMI quer apurar em detalhes o alcance jurídico e financeiro do acordo, especialmente seus reflexos para a União e para o sistema previdenciário.
A iniciativa aumenta a temperatura política, colocando Nicolao Dino e figuras-chave do governo no centro de um embate que mistura fraudes milionárias, responsabilidade do Estado e embates entre Congresso e Judiciário.
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