Política

Projeto de Lei sobre TEA

Lei sobre transtorno do espectro autista avança na Câmara

Projeto de lei substitui termo para garantir precisão e inclusão

Da Redação

21 de maio de 2026 às 22:36

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  • A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência aprovou o Projeto de Lei 5856/25.
  • O projeto visa substituir o termo "Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD)" por "Transtorno do Espectro Autista (TEA)" em leis federais.
  • Leis afetadas incluem a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e o Plano Nacional de Educação.
  • O relator, deputado Geraldo Resende, propôs um substitutivo para reorganizar o texto sem alterar os objetivos.
  • A precisão terminológica foi destacada como essencial para evitar ambiguidades e garantir eficácia no Atendimento Educacional Especializado.
  • O projeto alinha o direito brasileiro com avanços médicos globais, sem custo adicional ao governo.
  • O próximo passo é a análise pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de seguir para a Câmara e o Senado.

Lei sobre transtorno do espectro autista avança na Câmara

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 5856/25, proposto pelo deputado Diego Garcia (União-PR). O projeto busca modernizar a terminologia utilizada em leis federais, alterando "Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD)" para "Transtorno do Espectro Autista (TEA)".

Essa mudança será implementada em legislações como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e o Plano Nacional de Educação (PNE). O relator, deputado Geraldo Resende (PSDB-MS), apresentou um substitutivo que reorganiza o texto sem mudar seus objetivos principais, listando as leis alteradas em ordem cronológica.

Resende enfatizou que a precisão terminológica é crucial para evitar ambiguidades no uso de recursos públicos e garantir que o Atendimento Educacional Especializado (AEE) seja eficaz. "A substituição não é apenas uma alteração semântica, mas sim uma necessidade para assegurar clareza e eficácia na aplicação de políticas", declarou o relator.

O autor do projeto, Diego Garcia, destacou que a iniciativa alinha o direito brasileiro aos avanços médicos globais, sem custos adicionais para o governo, mas com significativo impacto na dignidade das famílias.

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para ser sancionada, a proposta precisa ser aprovada na Câmara e no Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Agência Câmara



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