Economia

RESPOSTAS

Febraban responde a críticas dos EUA sobre o Pix

Entidade afirma que sistema promove a concorrência e nega barreiras a empresas estrangeiras.

Da Redação

03 de junho de 2026 às 04:57 ▪ Atualizado há 8 horas

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  • A Febraban respondeu às críticas dos EUA sobre o Pix, baseadas em informações incompletas.
  • O USTR considera o Pix um obstáculo à concorrência de empresas norte-americanas no Brasil.
  • A Febraban ressalta que o Pix é uma infraestrutura aberta, sem fins comerciais, que promove competição e eficiência.
  • O sistema permite participação de novos entrantes, desde que transações sejam em reais.
  • Transferências são gratuitas para pessoas físicas; empresas pagam taxas sem distinção por origem.
  • O Pix é visto como fortalecedor da inclusão financeira e facilitador de pagamentos digitais.
  • O governo dos EUA propôs tarifar exportações brasileiras em 25%, citando o Pix como barreira para empresas estrangeiras.

Febraban responde a críticas dos EUA sobre o Pix

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) respondeu às críticas do governo dos Estados Unidos ao Pix, sistema de pagamentos instantâneos. Segundo a entidade, as conclusões do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) são baseadas em informações incompletas.

A investigação americana aponta o Pix como um obstáculo à concorrência de empresas dos EUA no Brasil. A Febraban destaca que o Pix não tem fins comerciais e visa ampliar a competição e a eficiência financeira.

O Pix, explica a federação, opera como uma infraestrutura aberta que permite a entrada de novos participantes sem barreiras, desde que as transações sejam realizadas em reais para o ambiente financeiro brasileiro.

As transferências são gratuitas para pessoas físicas, enquanto empresas podem ter cobranças, mas sem distinção entre nacionais e estrangeiras. A Febraban também aponta que o sistema fortalece a inclusão financeira ao reduzir custos e facilitar o acesso aos pagamentos digitais.

Em meio a essas discussões, o governo dos EUA propôs uma tarifa adicional de 25% sobre exportações brasileiras, citando o Pix como possível limitador para empresas internacionais.

Fonte: Agência Brasil



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