Economia

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Economia do Brasil cresce 0,7% em maio, impulsionada por consumo

Levado pelo aumento no consumo familiar, PIB mostra retomada aps queda em abril, aponta FGV.

Teresinha Ferreira

20 de julho de 2026 às 11:28 ▪ Atualizado há 20 horas

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  • A economia brasileira cresceu 0,7% entre abril e maio, segundo a FGV.
  • Este crescimento foi impulsionado principalmente pelo consumo das famílias.
  • No trimestre encerrado em maio, o crescimento foi de 1,9% em relação ao mesmo período de 2025.
  • A variação acumulada em 12 meses foi de 1,7%, mostrando desaceleração.
  • O consumo das famílias cresceu 3,3%, impulsionado por serviços e bens duráveis.
  • A economia brasileira depende do consumo doméstico, com quedas em exportações e investimentos.
  • A taxa de investimento foi de 18,6% em maio, a segunda maior do ano.
  • O IBC-Br do Banco Central indicou uma expansão de 0,1% entre abril e maio.
  • A expectativa de crescimento até o final de 2026 é de 1,99%, segundo o relatório Focus.
  • O IBGE divulgará os resultados do segundo trimestre de 2026 em 1º de setembro.

Agência Brasil Consumo das famílias teve um crescimento de 3,3% até maio
Consumo das famílias teve um crescimento de 3,3% até maio

A economia brasileira cresceu 0,7% na passagem de abril para maio, conforme aponta o Monitor do PIB, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). Esse desempenho foi impulsionado principalmente pelo consumo das famílias.

No período de três meses encerrado em maio, a economia ganhou 1,9% em comparação com o mesmo trimestre de 2025. A variação positiva acumulada nos últimos 12 meses ficou em 1,7%, mostrando sinais de desaceleração em relação aos 3% de março e aos 3,8% de maio do ano passado.

O consumo das famílias teve um crescimento de 3,3% até maio, alavancado por serviços e bens duráveis, marcando o maior nível desde o final de 2024. Segundo Juliana Trece, coordenadora da pesquisa, o consumo familiar foi determinante para o resultado positivo, embora haja fragilidades na estrutura econômica.

O estudo, que utiliza dados da indústria, comércio, serviços e agropecuária, identifica que a economia está dependente do consumo doméstico, enquanto exportações e investimentos mostram quedas.

A taxa de investimento da economia foi estimada em 18,6% em maio, a segunda maior do ano. O Monitor do PIB serve como um indicador econômico, junto ao Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), que indicou uma expansão de 0,1% entre abril e maio.

A expectativa do mercado para o crescimento econômico até o final de 2026 é de 1,99%, segundo o relatório Focus. A tabela oficial do PIB, divulgada trimestralmente pelo IBGE, apontará os resultados do segundo trimestre de 2026 no dia 1º de setembro.

Fonte: Agência Brasil