COLUNA NO CENTRO DO PODER
Por Redação
16 de setembro de 2025 às 11:27 ▪ Atualizado há 2 meses
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, autorizou que o ex-presidente, Jair Bolsonaro, receba visitas de parlamentares e aliados nos próximos dias em sua residência, onde cumpre prisão domiciliar desde 04 de Agosto.
Bolsonaro receberá visitas de aliados - Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil Entre os nomes autorizados estão o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas e o líder da oposição na Câmara, Sóstenes Cavalcante. Ainda de acordo com a autorização, as visitas ocorrerão em datas diferentes e serão monitoradas pela justiça.
Bolsonaro deve aproveitar o contato com seus aliados para debater o projeto da anistia com os deputados que buscam, após a sua condenação, pressionar o presidente da Câmara, Hugo Motta, para que o texto entre na pauta de votações.De acordo com a agenda, o primeiro a visitar Bolsonaro será o senador Marcos Rogério (PL-RO), nesta quarta-feira (17). Veja lista
Bolsonaro receberia o senador Carlos Portinho (PL-RJ) nesta terça-feira (16/9), mas o compromisso foi cancelado devido a uma viagem internacional do parlamentar.No último final de semana, o ex-presidente teve autorização do Supremo para realizar exames médicos em um hospital de Brasília, onde foi recebido por seguidores que se manifestaram através de oração na porta da unidade hospitalar.
IMPASSE SOBRE ANISTIA
Mesmo com a tentativa de votação do projeto que visa beneficiar Bolsonaro, alguns parlamentares acreditam que o assunto vem perdendo folêgo na Câmara Federal. O próprio presidente da Casa, Hugo Motta não acredita no avanço do texto por não haver acordo sobre uma anistia ampla e irrestrita.
Há quem diga que o encontro entre Motta e o presidente Lula, que aconteceu nesta segunda-feira (15), serviu para alinhar o "engavetamento" do projeto da anistia. Em troca, lideres ligados ao governos agilizariam a votação da Reforma do Imposto de Renda que tramita no Congresso Nacional.
Após a reunião, Motta anunciou que deve pautar a anistia, mas não definiu uma data e, de acordo com especulações, o paraibano teria confirmado a informação para acalmar os integrantes da oposição e evitar uma nova ocupação dos plenários da Câmara e do Senado, assim como ocorreu no início de agosto.
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