Política

PADRONIZAÇÃO DE TORNOZELEIRAS

Projeto busca padronizar tornozeleiras eletrônicas para agressores

Proposta quer facilitar a identificação em casos de violência doméstica grave

Teresinha Ferreira

10 de julho de 2026 às 15:19 ▪ Atualizado há 14 horas

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  • O Projeto de Lei 1811/26 foi proposto pela deputada Coronel Fernanda (PL-MT).
  • O objetivo é permitir que a Justiça exija uso de tornozeleiras eletrônicas padronizadas para agressores de violência doméstica.
  • A medida visa facilitar a fiscalização e aumentar a proteção das vítimas.
  • A padronização deve evitar exposição vexatória e seguir princípios de razoabilidade e proporcionalidade.
  • As diretrizes serão adicionadas à Lei 15.383/26, que complementa a Lei Maria da Penha em termos de monitoramento eletrônico.
  • A deputada argumenta que a falta de identificação visual nas tornozeleiras dificulta a fiscalização.
  • O projeto tramita em regime de urgência na Câmara dos Deputados e pode evitar comissões, indo direto ao Plenário.
  • Para virar lei, precisa ser aprovado na Câmara e no Senado.

deputada Coronel Fernanda (PL-MT), propõe que a Justiça possa exigir o uso de tornozeleiras eletrônicas com identificação visual padronizada
deputada Coronel Fernanda (PL-MT), propõe que a Justiça possa exigir o uso de tornozeleiras eletrônicas com identificação visual padronizada

Projeto de Lei 1811/26, da deputada Coronel Fernanda (PL-MT), propõe que a Justiça possa exigir o uso de tornozeleiras eletrônicas com identificação visual padronizada para agressores de violência doméstica, especialmente em situações de alto risco. O objetivo é facilitar a fiscalização e reforçar a proteção das vítimas.

Conforme a proposta, a padronização visual das tornozeleiras deve respeitar princípios de razoabilidade e proporcionalidade, evitando exposição vexatória dos usuários. A regulamentação técnica ficará a cargo do Poder Executivo.

O texto acrescenta essas diretrizes à Lei 15.383/26, que integra o uso de monitoramento eletrônico de agressores nas medidas protetivas previstas pela Lei Maria da Penha.

Segundo Coronel Fernanda, a ausência de identificação visual padronizada nas tornozeleiras dificulta a fiscalização e reduz seu potencial preventivo.

O projeto tramita em regime de urgência na Câmara dos Deputados e pode ser votado diretamente pelo Plenário, sem passar por comissões. Para se tornar lei, precisa de aprovação na Câmara e no Senado.

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Fonte: Agência Câmara