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Comissão do Senado aprova obrigatoriedade de brinquedotecas em delegacias da mulher e fóruns

O projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados

Teresinha

10 de junho de 2026 às 16:27 ▪ Atualizado há 23 horas

Ver resumo
  • A Comissão de Previdência aprovou um projeto de lei para instalar brinquedotecas em delegacias da mulher e fóruns no Brasil.
  • A relatora Laura Carneiro sugeriu a versão aprovada, incluindo a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher.
  • As brinquedotecas visam reduzir a ansiedade e medo de crianças e adolescentes em ambientes tensos.
  • O projeto beneficia também as mães e prevê uma equipe multidisciplinar de apoio às mulheres em situação de violência.
  • Foi incluído um ajuste para exibir filmes sobre violência doméstica em escolas por pelo menos duas horas mensais.
  • A proposta ainda precisa ser analisada por mais comissões e aprovada pela Câmara e Senado para virar lei.

Comissão do Senado aprova obrigatoriedade de brinquedotecas em delegacias da mulher e fóruns

A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que torna obrigatória a instalação de brinquedotecas em delegacias da mulher e fóruns de todo o país.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher para o Projeto de Lei 1585/24, do deputado Marx Beltrão (UNIAO-AL).

“As brinquedotecas oferecem um refúgio lúdico que ajuda a reduzir a ansiedade e o medo, bem como afasta as crianças e adolescentes de situações carregadas de tensão”, disse a relatora. Segundo ela, a medida também beneficiará as mães.

Mudanças

O substitutivo amplia o alcance da iniciativa original. Além de brinquedotecas, o texto prevê equipe multidisciplinar para atendimento às mulheres em situação de violência, com psicólogas, assistentes sociais, advogadas e pedagogas.

Um ajuste feito por Laura Carneiro prevê que a exibição de filmes nacionais e de conteúdos sobre violência doméstica e familiar contra a mulher será componente curricular complementar nas escolas, com, no mínimo, duas horas mensais.

Próximos passos
A proposta ainda será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Fonte: Agência Câmara



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