Arte e Cultura

VALORIZAÇÃO

Quebradeiras de coco babaçu ganham reconhecimento como cultura nacional

Lei sancionada reconhece prática como parte do patrimônio cultural no Brasil.

Teresinha Ferreira

11 de junho de 2026 às 19:03 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • O ofício das quebradeiras de coco babaçu foi reconhecido como manifestação cultural nacional pela Lei 15.431.
  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei, publicada no Diário Oficial.
  • A prática é presente em estados como Tocantins, Maranhão, Piauí e Pará.
  • Envolve a coleta, quebra, e beneficiamento do coco, com usos na alimentação e artesanato.
  • O reconhecimento visa valorizar a atividade e garantir políticas públicas de proteção cultural.
  • Originou-se do Projeto de Lei 37/2025, de autoria do deputado Ricardo Ayres.
  • A Comissão de Educação do Senado aprovou o projeto em 12 de maio.
  • A senadora Damares Alves destacou a importância cultural, social e econômica da prática, principalmente entre mulheres.
  • A atividade está ligada ao modo de vida local e ao manejo sustentável dos babaçuais.

Quebradeiras de coco babaçu ganham reconhecimento como cultura nacional

O ofício das quebradeiras de coco babaçu foi oficialmente reconhecido como manifestação da cultura nacional. A Lei 15.431, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (11).

Presente no Tocantins, Maranhão, Piauí e Pará, o trabalho das quebradeiras envolve a coleta, quebra e beneficiamento do coco de babaçu, além do uso de seus subprodutos na alimentação, artesanato e produção de itens como óleo e sabão.

O reconhecimento busca garantir maior visibilidade e valorização da atividade, apoiando-se na Constituição Federal, que protege manifestações culturais por meio de políticas públicas. A nova legislação se originou do Projeto de Lei 37/2025, apresentado pelo deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO). O projeto foi aprovado em decisão final pela Comissão de Educação do Senado em 12 de maio.

Em seu parecer, a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) destacou a importância cultural, social e econômica da prática, ressaltando que se trata de um "saber transmitido entre gerações, especialmente por mulheres".

A atividade está profundamente relacionada ao modo de vida das comunidades locais e ao manejo sustentável dos babaçuais, conforme a senadora.

Fonte: Agência Senado



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