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2 anos consecutivos

Tesouro Nacional mantém nota B+ e atesta boa capacidade de pagamento do Piauí

Além de comprovar a boa saúde financeira, esse resultado permite que o Estado obtenha melhores condições de financiamento.

Por Redação

27 de setembro de 2025 às 18:21 ▪ Atualizado há 2 meses

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  • O Estado do Piauí obteve nota "B+” na classificação do Tesouro Nacional sobre Capacidade de Pagamento (Capag) em 2025, pelo segundo ano consecutivo.
  • A gestão atual é liderada pelo governador Rafael Fonteles, que se compromete com a boa gestão das finanças estaduais.
  • Nota "B+" indica boa saúde financeira, tornando o estado elegível para novos empréstimos com garantia da União.
  • Piauí é nota A no Ranking da Qualidade da Informação Fiscal e Contábil do Setor Público Brasileiro.
  • A equipe da Secretaria da Fazenda do Piauí, especialmente a do Tesouro Estadual, é responsável pelo acompanhamento dos dados contábeis e fiscais.
  • O superintendente do Tesouro Estadual, James Sousa, afirma que a nota comprova a capacidade de pagamento do estado.
  • Diretor Bruno Cardoso destaca que nota B+ facilita obtenção de crédito com juros mais baixos.
  • A Capag considera endividamento, liquidez e poupança corrente como critérios de avaliação.
  • Houve reestruturação da dívida pública, trocando dívidas de juros altos por mais baixos, mantendo sustentabilidade financeira.

Palácio de Karnak, sede do Governo do Piauí
Palácio de Karnak, sede do Governo do Piauí

Pelo segundo ano consecutivo, o Estado do Piauí atingiu nota “B+” na classificação do Tesouro Nacional sobre a Capacidade de Pagamento(Capag), que avalia a situação fiscal de estados e municípios, indicando que a situação fiscal é considerada bem controlada.

 

 Palácio de Karnak, sede do Governo do PiauíPalácio de Karnak, sede do Governo do Piauí   

“Mais uma vez, nessa gestão do governador Rafael Fonteles, comemoramos o Piauí ter atingido a nota “B+” na Capag em 2025, e pelo segundo ano consecutivo, já que em 2024 também conquistamos a mesma nota. Isso reforça o compromisso com a boa gestão das finanças estaduais para que os recursos públicos sejam utilizados em benefício da nossa população”, destaca o secretário da Fazenda do Piauí, Emílio Júnior.

Secretário da Fazenda do Piauí, Emílio Júnior - Foto: Divulgação

A nota B é atribuída a entidades que demonstram uma boa saúde financeira, permitindo que sejam elegíveis para novos empréstimos com garantia da União. Vale destacar que o mais (+) é um adicional positivo para os Estados, a exemplo do Piauí, que são nota A no Ranking da Qualidade da Informação Fiscal e Contábil do Setor Público Brasileiro.

Emílio Júnior aproveitou para agradecer a todos os servidores da Secretaria da Fazenda do Piauí (Sefaz), especialmente aos do Tesouro Estadual que são responsáveis pela análise e acompanhamento dos dados contábeis e fiscais e ainda pelo envio dessas informações à Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

“E agradecemos ainda a todos os membros da Comissão de Gestão Financeira e Gestão por Resultados (CGFR). Sem o trabalho desse time não seria possível alcançar essa nota. Muitíssimo obrigado a todos!”, frisa o secretário.

Para o superintendente do Tesouro Estadual, James Sousa, essa nota, confirma, mais uma vez, que o Estado do Piauí tem capacidade de pagamento, honra as suas contas e pode realizar operações de crédito para continuar promovendo o desenvolvimento do estado.

“Essa nota significa que o Estado do Piauí possui um selo de bom pagador, atribuído pela Secretaria do Tesouro Nacional. Com isso, é possível ter melhores condições de financiamento, acesso a garantias da União, bem como demonstrar para a sociedade a boa saúde financeira do Estado. Por termos conseguido a nota A no ranking Siconfi, nossa nota ficou em B+”, comenta o gestor.

Neste ano, o Estado do Piauí também obteve, pelo terceiro ano consecutivo, a nota máxima no Ranking da Qualidade da Informação Fiscal e Contábil, divulgado pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), com objetivo de avaliar a qualidade da informação e a consistência dos relatórios e demonstrativos contábeis e fiscais que o Tesouro Nacional recebe de todos os entes federativos.

O diretor da Unidade de Controle Contábil (Unicon) da Sefaz, Bruno Cardoso, acrescenta que, além da garantia da União para fazer operações de crédito, a nota B+ favorece a oferta de taxas de juros mais baixos quando o Estado precisar de operações de crédito para realizar novos investimentos.

“Além de demonstrar o empenho e a seriedade do Estado na condução da política fiscal, essa conquista serve de exemplo para outros Estados e como incentivo para nossos servidores continuarem se dedicando com empenho”, destaca o gestor.

A classificação da Capag feita pelo Tesouro Nacional considera para avaliação os requisitos relacionados a endividamento, liquidez e poupança corrente.

“Fizemos todo um trabalho de reestruturação da dívida pública, trocando dívidas com juros altos por outras com juros mais baixos. Isso contribui para mantermos a sustentabilidade dessa dívida pública, mantendo o endividamento do Estado dentro dos índices aceitáveis e contribuindo para o desenvolvimento do estado”, comenta o diretor de Gestão da Dívida Pública e Encargos Gerais do Estado, Mauro Gomes.