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Sejus entrega mais de 150 certificados de cursos profissionalizantes a reeducandos da Major César

Foram realizados 11 cursos profissionalizantes de diversas áreas, como eletricista predial, pedreiro, pizzaiolo, horticultor, mecânica e informática.

Por Redação

24 de novembro de 2025 às 14:50 ▪ Atualizado há 2 meses


Sejus entrega mais de 150 certificados de cursos profissionalizantes a reeducandos da Major César - Foto: Divulgação
Sejus entrega mais de 150 certificados de cursos profissionalizantes a reeducandos da Major César - Foto: Divulgação

A Secretaria da Justiça do Piauí (Sejus) realizou, nesta segunda-feira (24), a entrega de mais de 150 certificados de 11 cursos profissionalizantes para reeducandos da Colônia Agrícola Major César Oliveira, em Altos.

Sejus entrega mais de 150 certificados de cursos profissionalizantes a reeducandos da Major César - Foto: Divulgação

Dentre os cursos concluídos pelos internos da unidade penal estão os de eletricista predial, produção de blocos e pré-moldados de concreto, pedreiro de alvenaria, vendedor, produção de hambúrgueres, pizzaiolo, empreendedorismo, sistema agroflorestal, horticultor, mecânica automotiva e informática avançada.

“Esse momento é muito importante. Estamos planejando essa agenda desde quando assumimos a secretaria pra trazer oportunidades para dentro do sistema. Aqui na Sejus, em todas as unidades, nós estamos gerando oportunidades porque acreditamos na mudança de vida”, frisou o secretário da Justiça, Coronel Carlos Augusto.

Sejus entrega mais de 150 certificados de cursos profissionalizantes a reeducandos da Major César - Foto: Divulgação

As atividades aconteceram em parceria com diversas instituições, como as secretarias estaduais de Educação (Seduc) e Assistência Social (Sasc), Sebrae, Senai, Fundação de Proteção ao Meio Ambiente e Ecoturismo do Estado do Piau (Funpapi), Viana Comunicação e Total Comércio.

“Não temos medido esforços para também dar a nossa parcela de contribuição para trazer esses cursos de formação para os apenados da Major César. Fazemos isso também acreditando que quando tiverem a oportunidade sair da unidade não retornem para o cárcere”, ressaltou Arli Barros, representante da Funpapi.