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Postos que adulterarem bombas poderão pagar até R$ 200 mil em multas no Piauí

Outra medida prevista é a proibição de que os sócios das empresas flagradas atuem no setor por um período de cinco anos.

Por Redação

01 de outubro de 2025 às 21:44 ▪ Atualizado há 2 meses

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  • A Assembleia Legislativa do Piauí aprovou um Indicativo de Projeto de Lei contra fraudes em postos de combustíveis.
  • O projeto, proposto pelo deputado Warton Lacerda, prevê penalidades severas para postos que adulterarem bombas de combustível.
  • As multas variam de R$ 20 mil a R$ 200 mil, além de cancelamento do cadastro no ICMS das empresas envolvidas.
  • Os sócios dessas empresas serão proibidos de atuar no setor por cinco anos.
  • A iniciativa busca reduzir a reincidência de fraudes que prejudicam os consumidores.
  • Os parlamentares enfatizam a necessidade de fiscalização rigorosa pelo Instituto de Metrologia do Estado do Piauí.

Alta no preço da gasolina.
Alta no preço da gasolina.

A Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) aprovou, nesta terça-feira (30), um Indicativo de Projeto de Lei que estabelece penalidades mais rigorosas contra postos de combustíveis flagrados utilizando dispositivos para burlar a medição das bombas. O projeto é de autoria do deputado Warton Lacerda (PT).

 Alta no preço da gasolina.Postos que adulterarem bombas poderão pagar até R$ 200 mil em multas - Foto: Reprodução

Pelo texto, as multas aplicadas poderão variar entre R$ 20 mil e R$ 200 mil, além da anulação do cadastro no ICMS das empresas envolvidas. Outra medida prevista é a proibição de que os sócios das empresas flagradas atuem no setor por um período de cinco anos.

Atualmente, quando identificados, muitos estabelecimentos chegam a ser interditados, mas retomam suas atividades em pouco tempo. A nova proposta busca endurecer as punições e reduzir a reincidência desse tipo de fraude, que prejudica diretamente os consumidores.

Durante a votação, parlamentares destacaram que a fiscalização realizada pelo Instituto de Metrologia do Estado do Piauí (Imepi) é fundamental, mas ressaltaram que a legislação ainda permite brechas para que práticas irregulares continuem ocorrendo.