FÓRMULA CRIMINOSA
Por Redação
05 de novembro de 2025 às 14:50 ▪ Atualizado há 2 meses
A Secretaria de Segurança Pública do Piauí (SSP-PI) revelou o método utilizado pela organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) para adulterar combustíveis. O material apreendido detalha a fórmula aplicada, indicando as proporções exatas de cada substância e o custo estimado do processo fraudulento.
Polícia divulga método do PCC na adulteração de combustíveis; Entenda. Foto: Divulgação/SSP-PI Segundo o documento, a mistura era composta por álcool anidro, nafta, álcool hidratado e gasolina, além de um componente ativo que alterava as propriedades do combustível.
“Enquanto o consumidor abastecia seu carro com R$ 20 ou R$ 30, acreditando estar comprando combustível de qualidade, eles enriqueciam com a fraude. Mantinham padrão de vida nababesco, com jatos particulares, casas de luxo e milhões em relógios, às custas do povo piauiense”, informou o Secretário de Segurança Pública do Piauí, Chico Lucas.
A Secretaria da Segurança Pública do Piauí (SSP-PI), por meio da Polícia Civil, deflagrou, nesta terça-feira (04), a Operação Carbono Oculto 86 que investiga a infiltração da organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) no setor de combustíveis no Estado do Piauí. A ação resultou na interdição de 49 postos de combustíveis em municípios do Piauí, Maranhão e Tocantins.
Operação Carbono Oculto: Polícia interdita 49 postos suspeitos de lavar dinheiro para o PCC no Piauí
De acordo com as investigações, o grupo criminoso montou um esquema empresarial complexo, utilizando empresas de fachada, fundos de investimento e fintechs para lavar dinheiro proveniente do tráfico, além de fraudar o mercado de combustíveis e ocultar patrimônio.
A operação que integrou Receita Federal, Polícia Federal, Ministério Público de São Paulo e PM paulista para desarticular um esquema nacional de lavagem de dinheiro de organizações criminosas.
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