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AMAPÁ EM FOCO

Governo do Amapá anuncia pavimentação das vias de acesso ao Porto de Santana

Pavimentação em concreto armado garante mais segurança no escoamento de minério.

Por Redação

18 de setembro de 2025 às 10:36 ▪ Atualizado há 2 meses

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  • As vias de acesso e da área interna do Porto de Santana, no Amapá, receberão pavimentação.
  • Termo de compromisso foi assinado pelo governador Clécio Luís e o ministro Silvio Costa Filho.
  • A obra trará mais segurança no escoamento de produtos, fortalecendo a logística do estado.
  • O Porto de Santana é o principal terminal portuário do Amapá, estratégico para o Brasil.
  • A pavimentação tornará as condições modernas e competitivas, gerando empregos e impulsionando o setor produtivo.
  • O investimento de R$ 12 milhões vem do Governo Federal.
  • A obra abrangerá 1,2 km de extensão com concreto armado, adequado ao clima local.
  • Participaram da mobilização do recurso o senador Randolfe Rodrigues e outros líderes regionais.

As vias de acesso e as da área interna do Porto de Santana, no Amapá, receberão pavimentação
As vias de acesso e as da área interna do Porto de Santana, no Amapá, receberão pavimentação

As vias de acesso e as da área interna do Porto de Santana, no Amapá, receberão pavimentação. Na segunda-feira, 15, o governador Clécio Luís e o ministro Silvio Costa Filho, de Portos e Aeroportos, assinaram em Brasília um termo de compromisso para repasse de recursos da União para a execução da obra, que gera mais segurança no escoamento de produtos.

 As vias de acesso e as da área interna do Porto de Santana, no Amapá, receberão pavimentaçãoAs vias de acesso e as da área interna do Porto de Santana, no Amapá, receberão pavimentação   

“Essa união e empenho é que nos ajudam a desenvolver esse porto, que tem todas as condições de se tornar um dos maiores cases de sucesso do Brasil. Apesar de pequeno, ele está sendo olhado pelo mundo todo”, afirmou o governador do Amapá.

O Porto de Santana é o principal terminal portuário do estado, com um píer de 200 metros de extensão e outro de 150 metros, ambos com 21,6 metros de largura e calado de até 11,5 metros, numa estrutura focada no escoamento de minérios de ferro, madeira, soja, milho, manganês, fertilizantes e alimentos.

“O Porto de Santana é estratégico para o Brasil. Com essa obra, vamos oferecer condições modernas e competitivas para impulsionar o setor produtivo, gerar empregos e garantir que o Amapá ocupe seu lugar como polo de desenvolvimento regional”, citou o ministro Silvio Costa Filho.

Situado na foz do Rio Amazonas, o porto é administrado pela Companhia Docas de Santana (CDSA), vinculada à Prefeitura Municipal de Santana. Atualmente, a estrutura sofre uma expansão a partir das exportações de grãos, da expectativa de exploração de petróleo na costa amapaense e do arremate de áreas em leilões. É um porto que possui localização estratégica para o Brasil.

“A via de acesso não tem pavimento adequado há anos e até já foi alvo de ações judiciais. Agora, graças ao presidente e ao Ministério, nosso problema será resolvido e teremos uma requalificação completa, que recoloca o Porto de Santana como eixo logístico nacional”, comentou o prefeito de Santana, Bala Rocha.

Com R$ 12 milhões investidos pelo Governo Federal, a pavimentação vai assegurar mais segurança e eficiência na circulação de veículos, fortalecendo a competitividade logística do Amapá. Participaram da mobilização do recurso o ministro Waldez Góes, do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional; do prefeito Bala e da bancada federal, especialmente dos senadores Davi Alcolumbre e Randolfe Rodrigues.

“Em 2024, exportamos mais de 817 mil toneladas de soja. Só no primeiro semestre deste ano já foram 1,6 milhão de toneladas. E toda essa produção tem sido feita com responsabilidade ambiental, sem derrubar uma árvore sequer”, evidenciou o senador Randolfe.

A obra vai executar pavimentação estruturada em 1,2 quilômetro de extensão, numa área de 10 mil metros quadrados, com concreto armado, que aumenta a longevidade da intervenção. O material, conforme o Ministério dos Portos e Aeroportos, é mais adequado ao clima da região, que possui alto índice pluviométrico e calor, e ao volume de peso gerado pela operação de granéis sólidos.

Por Fabiana Figueiredo

Fonte: Agencia de noticias do Amapá