Política

INCLUSÃO

Projeto propõe carteira de identificação para pessoas com epilepsia em Teresina

Iniciativa busca ampliar inclusão, reduzir preconceito e facilitar acesso a serviços públicos

Alinny Maria

22 de abril de 2026 às 10:58 ▪ Atualizado há 7 horas

Ver resumo
  • A vereadora Lucy Soares (MDB) propôs um projeto de lei para criar a Política Municipal de Atenção Integral à Pessoa com Epilepsia em Teresina.
  • O projeto visa fortalecer políticas públicas e garantir mais visibilidade e acesso a direitos para pessoas com epilepsia.
  • A iniciativa surgiu de demandas de entidades que trabalham na conscientização sobre epilepsia e combate ao estigma social.
  • A epilepsia é uma condição neurológica caracterizada por crises recorrentes, impactando a qualidade de vida.
  • O projeto propõe a criação de uma Carteira Municipal de Identificação para facilitar o atendimento e inclusão social.
  • A vereadora destaca a importância de ações institucionais para a inclusão dessas pessoas na sociedade.
  • A proposta ainda precisa ser analisada pela Câmara Municipal antes de passar por votação.

Vereadora Lucy Soares (MDB)
Vereadora Lucy Soares (MDB)

A vereadora Lucy Soares (MDB) protocolou um projeto de lei que institui a Política Municipal de Atenção Integral à Pessoa com Epilepsia e cria a Carteira Municipal de Identificação para esse público em Teresina.

A proposta tem como objetivo fortalecer políticas públicas voltadas às pessoas com epilepsia, além de garantir mais visibilidade e acesso a direitos. A condição é uma doença neurológica crônica caracterizada por crises recorrentes, que podem impactar diretamente a qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares.

Segundo a parlamentar, a iniciativa surgiu a partir da demanda de uma entidade que atua na conscientização sobre a epilepsia e no combate ao estigma social. 

“Além das questões clínicas, a epilepsia ainda é cercada por estigma social, preconceito e desinformação, o que frequentemente resulta em barreiras no acesso a serviços públicos, oportunidades educacionais, inserção no mercado de trabalho e convivência social”, acrescenta.

O projeto prevê a criação de um documento oficial que poderá auxiliar na identificação da pessoa com epilepsia em diferentes situações, facilitando o atendimento em serviços públicos e contribuindo para um acolhimento mais adequado.

A vereadora também destacou a importância de ações institucionais voltadas à inclusão. “A carteira para as pessoas com epilepsia será uma maneira de incluir essas pessoas na sociedade, respeitando as limitações de cada um”, conclui.

A proposta ainda deve tramitar na Câmara Municipal antes de ser votada.

Fonte: CMT