Política

ALUGUEL SOCIAL

Projeto de lei aprova aluguel social no Minha Casa, Minha Vida

Proposta passa pela Comissão de Finanças e segue para análise na Câmara

Da Redação

11 de junho de 2026 às 15:23 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • A Comissão de Finanças e Tributação aprovou a inclusão do aluguel social no programa Minha Casa, Minha Vida.
  • O objetivo é oferecer alternativa habitacional para famílias sem condições de financiar a compra de um imóvel.
  • O projeto é o substitutivo do deputado Merlong Solano ao Projeto de Lei 5663/16.
  • A locação social beneficiará famílias nas Faixas 1 e 2, com renda mensal de até R$ 5 mil.
  • O custo da moradia será ligado à capacidade de pagamento das famílias.
  • Recursos virão do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR).
  • O fundo financiará a estrutura e os imóveis serão geridos por instituições como prefeituras.
  • A implementação dependerá de disponibilidade orçamentária anual.
  • O projeto segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Projeto de lei aprova aluguel social no Minha Casa, Minha Vida

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou a inclusão do aluguel social no programa Minha Casa, Minha Vida. O objetivo é oferecer uma alternativa habitacional para famílias sem condições de financiar a compra de um imóvel a longo prazo.

O projeto analisado é o substitutivo do deputado Merlong Solano (PT-PI) ao Projeto de Lei 5663/16, do deputado Carlos Zarattini (PT-SP). A Comissão rejeitou outro substitutivo que incluía arrendamento, tema já contemplado pela lei atual, segundo Solano.

Pelo texto aprovado, a locação social beneficiará famílias com renda bruta mensal nas Faixas 1 e 2 do programa, cobrindo rendas de até R$ 5 mil por mês. Solano destacou que essa modalidade liga o custo da moradia à capacidade de pagamento das famílias.

Os recursos para essa política virão do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). O texto ainda permite o uso de imóveis urbanos novos ou requalificados, além da aquisição de imóveis usados pelo gestor público.

O fundo federal financiará a estrutura e repassará o imóvel para instituições como prefeituras, que poderão gerenciar as locações ou terceirizar o serviço. A implementação dependerá de disponibilidade orçamentária anual.

O projeto segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo, precisando da aprovação na Câmara e no Senado para se tornar lei.

Fonte: Agência Câmara



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