Política Nacional

SEGURANÇA PÚBLICA

Brasil registra menor número de homicídios e latrocínios em dez anos

Dados do primeiro trimestre de 2026 apontam queda histórica nos crimes letais e reforçam tendência de redução no país

Da Redação

01 de maio de 2026 às 15:32 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • No início de 2026, o Brasil alcançou o menor número de homicídios dolosos e latrocínios dos últimos dez anos.
  • Dados do Ministério da Justiça indicam uma redução significativa nos crimes letais.
  • Foram registrados 7.289 homicídios dolosos no primeiro trimestre de 2026, uma queda de 42,7% em relação a 2016.
  • Casos de latrocínio caíram de 591 em 2016 para 160 em 2026, uma diminuição de 72,9%.
  • Comparando com 2022, homicídios caíram 25% e latrocínios 48%.
  • O governo aponta a integração das forças de segurança e investimentos em inteligência como fatores chave na redução dos crimes violentos.

Lula, presidente do Brasil. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
Lula, presidente do Brasil. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

O Brasil alcançou, no início de 2026, o menor número de homicídios dolosos e latrocínios dos últimos dez anos. Os dados, divulgados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, mostram uma redução significativa nos crimes letais e indicam avanço nas políticas de segurança pública.

De acordo com o levantamento, o país registrou 7.289 homicídios dolosos — quando há intenção de matar — no primeiro trimestre deste ano. Em 2016, esse número era de 12.719 casos, o que representa uma queda de 42,7% ao longo da década.

A redução foi ainda mais expressiva nos casos de latrocínio, que são roubos seguidos de morte. Os registros caíram de 591 ocorrências em 2016 para 160 em 2026, uma diminuição de 72,9%.

Os números também mostram melhora recente: na comparação com 2022, os homicídios tiveram queda de cerca de 25%, enquanto os latrocínios recuaram mais de 48%.

Segundo o governo federal, os resultados consolidam uma tendência de diminuição dos crimes violentos no país ao longo dos últimos anos, especialmente no primeiro trimestre. A avaliação é de que o cenário reflete maior integração entre forças de segurança, investimentos em inteligência e políticas de prevenção à violência.

Fonte: Agência Brasil