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PF conclui inquérito e indica Careca do INSS em golpe bilionário

Operação Sem Desconto revela esquema que afetou aposentados e pensionistas do INSS

Teresinha Ferreira

14 de julho de 2026 às 17:48 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • A Polícia Federal concluiu a primeira investigação da Operação Sem Desconto.
  • O esquema envolvia descontos ilegais nos benefícios de aposentados e pensionistas do INSS.
  • 48 suspeitos foram indicados, incluindo o empresário Antonio Carlos Camilo Antunes e o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanuto.
  • Os descontos eram aplicados a aposentados vinculados à Conafer.
  • O relatório foi enviado ao ministro André Mendonça do STF e está sob segredo de Justiça.
  • Aproximadamente R$ 6,3 bilhões foram descontados indevidamente entre 2019 e 2024.
  • A Agência Brasil busca contato com as defesas dos envolvidos.

Agência Brasil Os investigadores recomendaram o indiciamento de 48 suspeitos, incluindo o empresário Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS,
Os investigadores recomendaram o indiciamento de 48 suspeitos, incluindo o empresário Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS,

A Polícia Federal (PF) encerrou nesta terça-feira (14) a primeira investigação da Operação Sem Desconto, que desvendou um esquema de descontos ilegais nos benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Os investigadores recomendaram o indiciamento de 48 suspeitos, incluindo o empresário Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, e o ex-presidente do órgão, Alessandro Stefanuto.

A operação apurou que os descontos eram feitos nos benefícios de aposentados vinculados à Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer).

O relatório da investigação foi enviado ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que atua como relator do caso. O documento está sob segredo de Justiça e seus detalhes não foram divulgados.

As investigações, iniciadas em abril de 2025, apontam que aproximadamente R$ 6,3 bilhões foram descontados indevidamente entre 2019 e 2024.

A Agência Brasil tenta contato com as defesas dos envolvidos, que têm espaço aberto para manifestações.

Fonte: Agência Brasil