Economia

ECONOMIA VERDE

Financiamentos sustentáveis terão juros baixos em 2026

CMN aprova menor taxa de juros para projetos rurais ecológicos na safra 2026/2027.

Teresinha Ferreira

14 de julho de 2026 às 18:47 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • Produtores rurais que investirem em sustentabilidade terão as menores taxas de juros dos Fundos Constitucionais de Financiamento na safra 2026/2027.
  • O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou novas regras para crédito rural dos fundos FNO, FNE e FCO.
  • Os juros variam de 7,52% ao ano para projetos de agricultura de baixo carbono, preservação ambiental, inovação tecnológica e energia renovável.
  • As taxas dependem da região, porte do produtor e finalidade do financiamento.
  • As linhas de crédito sustentável terão os menores encargos entre todas as modalidades.
  • Em operações prefixadas, os juros são de 7,52% no FNE, 7,64% no FNO e 8,14% no FCO, podendo ser menores em modalidades pós-fixadas.
  • Para outros investimentos, as taxas no FNE e FCO variam de 7,65% a 12,45%, e no FNO, de 7,80% a 10,20% ao ano.
  • Há nova classificação de produtores: até R$ 4,8 milhões e de R$ 4,8 milhões a R$ 16 milhões em receita bruta anual.
  • Os Fundos Constitucionais visam o desenvolvimento das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, oferecendo crédito diferenciado para o setor agropecuário.
  • As diretrizes foram aprovadas pelo CMN, composto por autoridades financeiras e planejadoras do governo.

Agência Brasil As linhas de crédito para sustentabilidade terão os menores encargos entre todas as modalidades.
As linhas de crédito para sustentabilidade terão os menores encargos entre todas as modalidades.

Produtores rurais que investirem em sustentabilidade contarão com as menores taxas de juros dos Fundos Constitucionais de Financiamento na safra 2026/2027. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou novas regras para crédito rural com recursos dos fundos Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO).

Projetos de agricultura de baixo carbono, preservação ambiental, inovação tecnológica e energia renovável terão juros a partir de 7,52% ao ano, com validade de 15 de julho de 2026 a 30 de junho de 2027. As taxas variam conforme a região, porte do produtor e finalidade do financiamento.

As linhas de crédito para sustentabilidade terão os menores encargos entre todas as modalidades. Nas operações com taxas prefixadas e bônus de adimplência, os juros serão de 7,52% no FNE, 7,64% no FNO e 8,14% no FCO. Modalidades com taxas pós-fixadas podem ter encargos ainda menores.

Para outros investimentos, os juros variam: no FNE e FCO, de 7,65% a 12,45%, e no FNO, de 7,80% a 10,20% ao ano. Segundo o Ministério da Fazenda, a meta é adequar o financiamento ao perfil dos produtores, incentivando investimentos nas diversas regiões.

A resolução altera também a classificação dos produtores; agora, a faixa de receita bruta anual de até R$ 16 milhões divide-se em duas categorias: até R$ 4,8 milhões e de R$ 4,8 milhões a R$ 16 milhões, para melhor direcionar recursos.

Os Fundos Constitucionais de Financiamento visam o desenvolvimento das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, proporcionando crédito diferenciado para investimentos, incluindo o setor agropecuário. As diretrizes foram aprovadas pelo CMN, composto pelo ministro da Fazenda Dario Durigan, o presidente do Banco Central Gabriel Galípolo, e o ministro do Planejamento e Orçamento Bruno Moretti.

Fonte: Agência Brasil