Palavra de mãe é sempre importante. E se dependesse de dona Lita, mãe de Romário, o Baixinho não teria abandonado suas funções de treinador e jogador do Vasco. Segundo ela, o craque tomou uma decisão precipitada ao "largar o barco" de São Januário após uma divergência com o presidente do clube, Eurico Miranda, que exigiu a presença do atacante Alan Kardec no time titular contrariando a vontade do técnico-jogador, que preferia Abuda. Dona Lita gostaria que Romário permanecesse na Colina para marcar mais alguns gols com a camisa vascaína antes de encerrar sua vitoriosa carreira. - Não era hora dele sair. Ele perdeu a paciência muito rápido. Não sei quem está errado nessa história, pois não conversei com ele (Romário). Soube de tudo apenas pelos jornais - afirma dona Lita, em entrevista a uma rádio local. Além da saída do Vasco, Romário ainda vive o drama da suspensão de 120 dias imposta pelo STJD, por ter usado um medicamento contra calvície, que contém uma substância ilegal (finasterida). O Baixinho vem tentando a anulação da pena, sem sucesso.
Fonte: Globo Esporte