Escândalo
Paulo Pincel
10 de junho de 2019 às 18:35
Ao comentar a "cominação de resultados", que resultou na prisão do ex-presidente Lula, entre o ex-juiz Sérgio Moro e procurador Deltan Dallagnol, coordenador da Lava Jato em Curitiba, o governador do Piauí, Wellington Dias, defendeu não só a apuração do que considera um crime, mas a aprovação de uma lei dura para coibir o abuso de autoridade no Brasil.
"Mais do que nunca nos foi revelada a importância sobre isso. Como líder do Piauí, como um líder nacional, eu quero trabalhar com outros líderes no sentido de nosso país cumprir a lei, cumprir a Constituição, doa quem doer, e gente possa voltar ao eixo. Para que a gente tenha bons exemplos para frente", propôs.
Wellington Dias também falou sobre a reunião de governadores nesta terça-feira (11) em Brasília. "A gente vai tratar de várias pautas. A pauta da Previdência é importante, mas não é única. Nós vamos ver se conseguimos voltar o eixo, para ter um regramento nacional que sirva para estados e municípios, que se tenha um entendimento, não tem jeito. Ou tem um entendimento ou tem o entendimento. Ou então não se tem a quantidade de votos que se precisa. Temos campos políticos, pensamentos diferentes. E meu campo político, nós defendemos a alterações na Lei da Previdência, porque sabemos da importância que tem o equilíbrio atuarial na previdência" defendeu.
Wellington Dias também falou sobre aprovação também na Câmara, da PEC que regulamenta a cessão onerosa de gás e petróleo, o bônus de assinatura, que permite que o leilão possa acontecer na formada da Constituição, com autorização legal e tenha junto com ela a aprovação das emendas impositivas. Vamos tratar também dos temas relacionados aos financiamentos e ao crescimento econômico. Com certeza buscando ajudar o Brasil a sair dessa situação", finalizou.
Fonte: CCOm
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