Política

Paixão é candidato a presidente do Diretório Municipal do PT de Teresina

O nome de Gilberto Paixão surgiu após debates e consultas feitas a lideranças do movimento social filiadas ao partido, em virtude de sua coerência na luta

Teresinha

01 de fevereiro de 2017 às 22:02


Vereador Gilberto Paixão (PT)
Vereador Gilberto Paixão (PT)

A coordenação estadual da Articulação de Esquerda, reunida na tarde desta segunda-feira (30), aprovou o nome do ex-vereador de Teresina e liderança do movimento sindical, Gilberto Paixão, como candidato a presidente do Diretório Municipal do PT de Teresina. 
A tendência petista também ainda não fechou questão de aliança com qualquer setor do partido, incluindo o grupo do deputado federal Assis Carvalho, como foi amplamente divulgado na imprensa local e desautorizou qualquer pessoa a falar em nome da corrente. 
A reunião ainda aprovou que, a partir de agora, a coordenação estadual da AE vai iniciar diálogo com os diversos setores do partido, sempre com o aval da Direção Nacional da Articulação de Esquerda (DNAE)
O nome de Gilberto Paixão surgiu após debates e consultas feitas a lideranças do movimento social filiadas ao partido, em virtude de sua coerência na luta em defesa da classe trabalhadora, ao longo de sua trajetória e principalmente quando exerceu mandato na Câmara Municipal de Teresina. 
A coordenação estadual da AE e as lideranças dos movimentos sociais organizados, em especial, o setor sindical, se organizam para fazer o lançamento de Gilberto Paixão como candidato a presidente do DM do PT de Teresina. A eleição para a renovação do Diretório Municipal do PT de Teresina será realizada no dia 9 de abril de 2017, de acordo com o calendário do PED (Processo de Eleições Diretas). 
De acordo com diversos sindicalistas, apoiadores da candidatura de Paixão, é enorme a expectativa de que o PT se renove e atualize suas estratégias para continuar sendo uma esperança para a população mais carente, pobre e explorada deste país. Para estas lideranças, Paixão unifica a militância partidária e é coerente com a resistência popular que está nas ruas contra o golpe e as reformas trabalhista e da previdência.

Fonte: Clemilton



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