CRISE
Suzana
29 de junho de 2022 às 16:52
A suspeita de que o presidente Jair Bolsonaro vazou a operação Acesso Pago da Polícia Federal (PF) ao alvo principal, o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, atingiu por tabela um de seus mais fiéis colaboradores. O ministro Anderson Torres, da Justiça e Segurança Pública, acompanhava o presidente em viagem no dia em que Ribeiro diz ter recebido o telefonema no qual Bolsonaro teria falado do risco de uma busca e apreensão. O ministro negou, anteontem, ter repassado informações privilegiadas da operação ao presidente.
Anderson Torres é o superior hierárquico da PF, de onde é delegado de carreira desde 2003. Nomeado ministro por Bolsonaro em março do ano passado, passou a exercer a função de elo político entre o Palácio do Planalto e a corporação. O atual diretor-geral da PF, Márcio Nunes de Oliveira, é pessoa de confiança de
Audiência pública debate ampliação de cirurgias cardíacas pediátricas no Piauí
Vereador Luís André, do União Brasil, oficializa apoio a Rafael Fonteles e Wellington Dias
Fonte: JorNews
TRAIDOR DA PÁTRIA
ELEIÇÕES 2026
FEST
ELEIÇÕES 2026
SUBIU O TOM
DECLARAÇÃO