Política

DECISÃO DO STF

Gilmar Mendes suspende decisão sobre Lei da Ficha Limpa

Ministro do STF pede vista em julgamento que discute mudanças na lei.

Da Redação

28 de maio de 2026 às 18:03 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • Gilmar Mendes pediu vista sobre a flexibilização da Lei da Ficha Limpa no STF.
  • A lei impede políticos condenados de se candidatarem e o caso estava sendo julgado virtualmente.
  • Até agora, os ministros Cármen Lúcia e Luiz Fux votaram contra as mudanças.
  • A ação da Rede Sustentabilidade busca derrubar a Lei Complementar 219 de 2025.
  • A nova lei alterou prazos de inelegibilidade para políticos condenados, unificando-os em 12 anos.
  • Caso seja validada, pode liberar candidaturas de figuras como José Roberto Arruda e Eduardo Cunha.
  • A lei também mudou o início da contagem do prazo de inelegibilidade para a data da condenação.
  • Não há data definida para a retomada do julgamento.

Gilmar Mendes suspende decisão sobre Lei da Ficha Limpa

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu vista do caso sobre a flexibilização da Lei da Ficha Limpa, suspendendo o julgamento que ocorria de forma virtual. A lei impede que políticos condenados se candidatem nas eleições.

Até o momento, o resultado do julgamento é 2 votos a 0 contra as alterações. Os ministros Cármen Lúcia, relatora, e Luiz Fux já votaram contra as mudanças propostas na legislação.

A Corte analisa uma ação da Rede Sustentabilidade que visa derrubar a Lei Complementar 219 de 2025. Esta lei modificou a contagem dos prazos de inelegibilidade para políticos condenados por improbidade administrativa, unificando-os em 12 anos.

Caso o STF valide a lei, candidaturas de figuras como José Roberto Arruda, Eduardo Cunha e os ex-governadores Anthony Garotinho e Sérgio Cabral poderão ser liberadas para futuras eleições.

A legislação também alterou o marco inicial para a contagem do prazo de inelegibilidade. De acordo com a nova regra, os oito anos passam a contar a partir da condenação, em vez de após o cumprimento da pena.

Ainda não há data definida para a retomada do julgamento.

Fonte: Agência Brasil



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