Teresinha
11 de julho de 2018 às 12:07
Os senadores Ciro Nogueira (Progressistas), em 6º lugar, e Elmano Ferrer (Podemos), em 10º, aparecem entre os dez mais esbanjadores do dinheiro público. Os dez senadores mais perdulários do Congresso Nacional gastaram R$ 12,6 milhões, ou cerca de 20%, dos mais de R$ 87 milhões “torrados” por 102 titulares e suplentes que exerceram mandato no Senado, de fevereiro de 2015 ao dia 30 de junho deste ano.
Os dez senadores apresentaram gastos de mais de R$ 12,5 milhões, bancados pelo contribuinte, via “cotão" [cota para o exercício da atividade parlamentar dos senadores – ceaps], O Senado já torrou R$ 64,7 milhões do início da legislatura até o último dia 30, sem incluir as passagens aéreas, que custaram mais R$ 22 milhões ao erário.
A lista dos dez mais perdulários é formada pelos dois senadores do Piauí, dois do Amapá, dois do Amazonas, dois de Roraima, um de Alagoas e um do Acre. Davi Alcolumbre (DEM-AP), João Capiberibe (PSB-AP) e Fernando Collor (PTC-AL) encabeçam a lista. Alcolumbre reembolsou R$ 1,46 milhão, enquanto os outros dois foram ressarcidos em R$ 1,28 milhão.
O cotão, ou verba indenizatória, cobre gastos dos parlamentares com a propaganda do mandato, combustível, aluguel de escritório político, carro, entre outros. Ficam de fora salários, auxílio-moradia, veículo oficial e verba para contratar assessores. O valor da cota varia conforme o estado de origem do senador: de R$ 21 mil (Distrito Federal e Goiás) a R$ 44,2 mil (Amazonas). As despesas são ressarcidas pelo Senado mediante apresentação de recibo ou nota fiscal.


Fonte: Congresso em foco
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