Política

Política de tecnologia social

Câmara aprova política nacional de tecnologia social

A política nacional de tecnologia social visa solução de problemas nas áreas de saúde, energia e educação

Teresinha Ferreira

07 de julho de 2026 às 09:34 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • A Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara aprovou a criação da Política Nacional de Tecnologia Social.
  • O foco é desenvolver soluções técnicas e socioculturais em saúde, energia, educação e água.
  • O projeto é um substitutivo ao original da deputada Jandira Feghali.
  • Financiamento virá do orçamento público, com apoio do MCTI.
  • Define tecnologia social com características como acesso público e impacto social.
  • Prioridade em patentes pelo INPI está prevista.
  • Comunidades poderão usufruir dos benefícios das invenções.
  • Inclui tecnologias assistivas para pessoas com deficiência.
  • Serão criados dois comitês para governança e certificação.
  • Facilita a aquisição de soluções tecnológicas pelo governo.
  • O projeto precisa ser analisado por outras comissões e aprovado pela Câmara e Senado para virar lei.

Relatado pela deputada Daiana Santos (PCdoB-RS)
Relatado pela deputada Daiana Santos (PCdoB-RS)

A Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara aprovou um projeto de lei para criar a Política Nacional de Tecnologia Social. O objetivo é desenvolver soluções técnicas e socioculturais em setores como saúde, energia, educação e água.

O texto, relatado pela deputada Daiana Santos (PCdoB-RS), altera o Projeto de Lei 5294/25, da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ). Inicialmente, o projeto destinava 5% dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) para essa política, mas a nova versão prevê financiamento por meio do orçamento público, com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O substitutivo define a tecnologia social com características como acesso público, reaplicabilidade e impacto social. A prioridade na análise de patentes pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) também está prevista.

Os contratos de fomento definirão a titularidade dos direitos de invenção, permitindo que comunidades envolvidas possam usufruir dos benefícios. As tecnologias assistivas para pessoas com deficiência são parte da política.

Para a governança, dois comitês serão criados: um para o Plano Nacional de Tecnologia Social e outro para certificação. A proposta inclui mecanismos de cooperação para estados, municípios e o Distrito Federal.

O projeto modifica a Lei de Licitações e a Lei de Inovação Tecnológica, facilitando a aquisição de soluções tecnológicas pelo governo.

O projeto segue para análise conclusiva nas comissões de Finanças e Tributação, de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ainda ser aprovado por Câmara e Senado.

Fonte: Agência Câmara



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