Polícia

Um ano depois de matar Camila, capitão continua impune

Wattson continua capitão e recebendo salário de R$ 9 mil na Polícia Militar

Teresinha

26 de outubro de 2018 às 19:10


Camila com Alisson Wattson: a relação terminaria em assassinato
Camila com Alisson Wattson: a relação terminaria em assassinato

Depois de uma ampla repercussão da morosidade da Justiça em apreciar o processo de expulsão do capitão-PM Allisson Wattson, assassino confesso da estudante universitária Camila Abreu, executada com tiros de pistola há um ano, em Teresina, o Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI) divulgou nota informando que a tramitação da ação é normal.

No dia em que completa um ano da execução brutal da estudante, a família de Camilla Abreu realizou na manhã desta sexta-feira (26), um protesto em frente ao Palácio da Justiça sede do TJ-PI, cobrando a conclusão do processo e a punição do oficial. Wattson continua capitão e recebendo salário de R$ 9 mil na Polícia Militar por conta da demora no julgamento da ação para a perda da patente.

“Sobre o processo que pede a perda da patente do Oficial da Polícia Militar, Allisson Watson, o Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI) informa que o processo tramita regularmente, estando, no momento, com o Ministério Público para manifestação. O prazo final do MPE-PI é dia 09 de novembro de 2018. Após a manifestação do MP e retorno ao Tribunal, o processo estará apto a julgamento”, diz o texto do comunicado.

Fonte: TJ-PI



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