Teresinha
09 de maio de 2017 às 13:05
Atualizada às 10h56
Até este momento, 14 pessoas foram presas na operação “Infiltrados”. A informação é do secretário de Segurança, Fábio Abreu, deflagrada nesta terça-feira, 9. A maioria dos presos é de policiais civis suspeitos de fraudes em concursos públicos.
Um total de 23 mandatos de prisão estão sendo cumpridos. O secretário afirma que os responsáveis pelas fraudes recebiam “quantias mensais“ dos policiais civis para quitar sua dívida que era calculada com base em seu salário inicial.
Os investigados estão neste momento na sede do Greco, na zona Sul de Teresina. Há muitos advogados e policiais civis lotados no interior e em delegacias especializadas de Teresina.
Um agente penitenciário, que já havia sido preso suspeito de praticar o mesmo crime, também foi preso hoje.
Por volta das 11h, a polícia dará coletiva na Delegacia Geral para divulgar os nomes e explicar o esquema de corrupção. Os presos estão sendo ouvidos na Corregedoria da Polícia Civil e no Greco.
Matéria original
Policiais do Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco) da Polícia Civil do Piauí cumprem na manhã desta terça-feira (9), 23 mandados de prisão preventiva, temporária, condução coercitiva e de busca e apreensão em Teresina, Campo Maior, Pedro II e São Raimundo Nonato, além de Fortaleza, no Ceará e Araripina, em Pernambuco.

São pelo menos 13 policiais civis e outras dez pessoas suspeitos de fraudar o concurso público realizado em 2012. A Operação 'Infiltrados' será detalhada em entrevista coletiva às 11h30, na sede da Academia de Polícia Civil, no bairro Saci, na zona Sul de Teresina, para onde estão sendo levados os presos em Teresina.

A Polícia Civil iniciou as investigações no ano passado, após as prisões realizadas no âmbito da Operação Véritas, que cumpiru mandados contra uma quadrilha que fraudou o concurso do Tribunal de Justiça do Piauí, e da Operação Vigiles, que prendeu outros envolvidos em fraude no concurso do Corpo de Bombeiros do Piauí.
Os policiais civis reunidos para a OperaçãoFonte: Paulo Pincel
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