Economia

Reunião com prefeitos acontece dia 6 de agosto, às 8h, no auditório da

Piauí Hoje

Teresinha

29 de julho de 2009 às 04:07


O governador Wellington Dias reúne-se no dia 6 de agosto com prefeitos de todo o Piauí, a partir das 8h, no auditório da Associação Piauiense de Municípios para tratar sobre o reforço à 2ª etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomielite, que se inicia no próximo dia 1º de agosto. A reunião contatará ainda com a participação da secretária para Inclusão da Pessoa com Deficiência, Rejane Dias e do secretário estadual de Saúde, Assis Carvalho. Técnicos do Ministério da Saúde também foram convidados para debater o assunto. A reunião terá como foco a avaliação dos números alcançados pelos municípios durante a primeira etapa da vacinação, que se encerra hoje, e a discussão de medidas para que o estado consiga atingir a meta mínima de 95% de cobertura vacinal entre crianças de zero a cinco anos de idade. De acordo com análises prévias, a maior dificuldade das equipes de saúde é vacinar crianças na faixa etária entre 1 a 5 anos. Segundo dados disponibilizados através do Sistema DataSUS, do Ministério da Saúde - ainda não atualizados, o Piauí atingiu 98% de vacinação em crianças de até um ano e 88% entre aquelas que têm de um a cinco anos de idade.O secretário Assis Carvalho destacou que, apesar de os dados sobre a 1ª etapa da vacinação ainda não terem sido fechados pelo Ministério da Saúde, dificilmente o Piauí alcançará a meta mínima. "Temos de montar uma força tarefa para alcançar essa meta", ressaltou o secretário. A secretária Rejane Dias também falou sobre a importância da vacinação para a prevenção de mortes e seqüelas, como a paralisia infantil. "Essa reunião será para mostrar aos prefeitos a importância da vacinação contra a poliomielite", destacou a secretária.PoliomieliteA vacina contra a poliomielite é um serviço básico oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e disponível durante todo o ano nos postos de saúde, na vacinação de rotina. Além do esquema básico - as três doses de rotina - a criança de até cinco anos de idade tem de tomar todos os anos as duas doses da campanha, haja vista a paralisia ser transmitida por três tipos de vírus. A poliomielite é uma infecção grave. Na maioria das vezes, a criança não morre quando é contaminada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso. As conseqüências mais comuns ocorrem nos membros inferiores, mas o vírus também pode ocasionar uma lesão mais grave em um ou mais membros ou até mesmo levar à morte - por meio de uma tetraparalisia. A doença é causada e transmitida por um vírus que entra no organismo via oral. A pessoa infectada pode transmitir a doença pelas fezes que, em contato com o ambiente, atinge quem não foi devidamente imunizado. Como o vírus é muito leve, ele pode ser levado pelo ar, entrar em contato com o alimento, com os brinquedos, ou atingir a criança por via oral ou pela ingestão de água contaminada. Uma pessoa que teve a poliomielite, principalmente em um ambiente em que o saneamento básico é desfavorável, o vírus pode contaminar a água, o solo e o meio ambiente de forma geral. No Brasil não são registrados casos de pólio desde 1990. Entretanto é preciso manter os níveis de cobertura vacinal altos porque há países em que o vírus ainda circula. A doença ainda é endêmica (com transmissão constante) em quatro países: Afeganistão, Índia, Nigéria e Paquistão. Outros 15 países têm registro de casos importados: Sudão, Uganda, Quênia, Benim, Angola, Togo, Burkina Faso, Niger, Mali, República Central da África, Chade, Costa do Marfim, Gana, Nepal e República Dominicana do Congo

Fonte: Assessoria



@production @if(request()->routeIs('site.home.index')) @endif @endproduction