Economia

Os 22 anestesistas que prestam serviços para o município pediram demis

Piauí Hoje

Teresinha

10 de agosto de 2010 às 03:08


O pedido de demissão coletivo, apresentado na manhã desta terça-feira por 22 anestesistas que têm contrato com a Fundação Municipal de Saúde suspendeu trodas as cirurgias marcadas para os próximos dias nos hospitais públicos municipais, em Teresina. O presidente da FMS, Pedro Leopoldino, disse que se os anestesistas abandonarem o serviço, a prefeitura não terá outra alternativa que não a de decretar estado de calamidade na saúde pública de Teresina.A categoria alega que os contratos deles com a PMT estão irregulares, além de reivindicarem aumento salarial. Para o presidente da FMS, "a ameaça de abandono do serviço é imoral, foge aos padrões éticos e é uma atitude deplorável", condenou.O aumento cobrado pela categoria elevaria em R$ 156 mil por mês à folha de pagamento da Fundação Municipal de Saúde, que já tem déficit menssal de R$ 5 millhões. "Se é irregular o contrato com a associação [dos anestesistas] porque não rompe? Já seria rompido no dia 31 de março de 2011. Não creio que criando mais dificuldades para a sociedade eles consigam sanar os problemas deles", afirmou.A PMT deve suspender as cirurgias no Hospital de Urgência de Teresina e demais hospitais de bairros na capital.

Fonte: Redação



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