O diretor do Hospital Getúlio Vargas, Noé Fortes, foi um dos entrevistados de hoje na TV Assembléia, para informar que foi completamente restabelecido os procedimentos clínico-cirúrgicos de alta complexidade no HGV, com uma maior rapidez para quem chega ao ambulatório em busca de atendimento.Noé Fortes lembrou que os hospitais dos municípios têm que entrar em contato para agendar as internações clínicas ou cirúrgicas. "Existe um acordo sobre os casos que o Hospital (de Urgência de Teresina) Dr. Zenon Rocha não pode atender. Não há atropelo". Segundo Noé Fortes, duas reformas estão em andamento. A primeira começou ainda no primeiro governo de Wellington Dias e estão sendo reformadas duas enfermarias do lado esquerdo do HGV. "Há ainda a expansão da UTI para 21 leitos. Essa quantidade é suficiente para os pacientes do HGV, mas haverá atendimento para pacientes de hospitais do interior", acrescentou o diretor, destacando ainda a reforma do setor de dermatologia, que vai priorizar o atendimento a hansenianos. "Estamos buscando recursos para reforma do Pronto Socorro do HGV, principalmente na área de imagem (ressonância magnética), de cálculo renal e hemodinâmica, para tornar o HGV top de linha para atendimento de pacientes do SUS".Segundo o diretor, com o avanço da Medicina no Piauí, com quatro escolas médicas formando novos médicos, os profissionais vão se deslocar para atender no interior, dando soluções locais para os casos mais graves, "o que vai requerer uma reformulação da infra-estrutura de Saúde no Estado", defendeu Noé Fortes, lembrando que antes do Hospital Zenon Rocha, dos pacientes atendidos no Piauí, 50% eram de Teresina, 20% do Maranhão e o restante de outros estados.,
Fonte: Paulo Pincel