Economia

Empresário desenvolve saquinho para lugares onde não há banheiros

Piauí Hoje

Teresinha

08 de abril de 2010 às 04:04


A ideia é do empresário sueco Anders Wilhelmson, que desenvolveu um saco plástico biodegradável para ser utilizado como banheiro pelas 2,6 bilhões de pessoas que moram em favelas urbanas de países pobres e nunca viram uma privada na vida.De acordo com Wilhelmson, nesses locais as pessoas têm o hábito de fazer o "número 2" em sacos plásticos convencionais e depois deixá-los a céu aberto, o que, entre outras consequências, contamina a água. Foi com base nesse dado que ele criou a sacolinha biodegradável, batizada de Peepoo. A ideia é que as pessoas façam cocô dentro do saco e, depois de usá-lo, amarrem e enterrem a sacolinha. Segundo Wilhelmson, o Peepoo possui uma camada de cristais de ureia que irão agir e transformar o cocô em fertilizante, matando os organismos que transmitem doenças. Assim, além de evitar que as fezes fiquem expostas a céu aberto, a invenção pode ser utilizada como adubo para cultivar vegetais. Lorhana ModasVocê está navegando por: Notícias >> InternacionalAssine o nosso Feed de InternacionalEmpresário desenvolve saco plástico para ser utilizado como banheiroPublicada em 08 de Abril de 2010 às 09h16 Versão para impressãoSaquinho "batizado" de peepoo Saquinho "batizado" de peepooA ideia é do empresário sueco Anders Wilhelmson, que desenvolveu um saco plástico biodegradável para ser utilizado como banheiro pelas 2,6 bilhões de pessoas que moram em favelas urbanas de países pobres e nunca viram uma privada na vida.De acordo com Wilhelmson, nesses locais as pessoas têm o hábito de fazer o "número 2" em sacos plásticos convencionais e depois deixá-los a céu aberto, o que, entre outras consequências, contamina a água. Foi com base nesse dado que ele criou a sacolinha biodegradável, batizada de Peepoo.A ideia é que as pessoas façam cocô dentro do saco e, depois de usá-lo, amarrem e enterrem a sacolinha. Segundo Wilhelmson, o Peepoo possui uma camada de cristais de ureia que irão agir e transformar o cocô em fertilizante, matando os organismos que transmitem doenças. Assim, além de evitar que as fezes fiquem expostas a céu aberto, a invenção pode ser utilizada como adubo para cultivar vegetais.Por enquanto, o Peepoo está sendo comercializado em favelas do Quênia e da Índia, por um preço que varia de US$ 0,02 a US$ 0,03, e nos próximos meses Wilhelmson quer expandir as vendas para o resto do mundo.

Fonte: Agências



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