Economia

DOLAR EM BAIXA E BOLSA EM ALTA

Dólar atinge menor nível em três semanas; Ibovespa avança

Mercado financeiro reage a tensões no Oriente Médio com queda do dólar e alta da bolsa.

Teresinha Ferreira

09 de julho de 2026 às 19:45 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • O dólar caiu 0,5%, cotado a R$ 5,123, o menor valor em três semanas.
  • O Ibovespa subiu 1,22%, fechando aos 172.742,12 pontos.
  • Apesar das tensões entre EUA e Irã, houve melhora no apetite por risco, com expectativa de conflitos não prolongados no Oriente Médio.
  • O petróleo Brent recuou 2,2%, fechando a US$ 76,30; WTI caiu 2%, para US$ 72,08.
  • O dólar perdeu força frente ao euro, iene e divisas de países emergentes.
  • Bolsa brasileira foi impulsionada por avanços das bolsas norte-americanas e redução dos prêmios de risco.
  • No ano, o Ibovespa acumula alta de 7,21%.
  • Queda no petróleo foi suavizada por esforços diplomáticos entre Washington e Teerã.

A desaceleração do dólar também foi observada no exterior,
A desaceleração do dólar também foi observada no exterior,

O dólar fechou nesta quinta-feira (9) em queda de 0,5%, cotado a R$ 5,123, atingindo o menor valor em três semanas. O Ibovespa subiu 1,22%, encerrando aos 172.742,12 pontos.

Apesar das tensões entre Estados Unidos e Irã, os mercados registraram uma melhora no apetite por risco, com expectativas de que os conflitos no Oriente Médio não se prolonguem.

No mercado internacional, o petróleo Brent recuou 2,2%, fechando cotado a US$ 76,30 por barril. O petróleo WTI diminuiu 2%, para US$ 72,08 por barril.

A desaceleração do dólar também foi observada no exterior, onde a moeda perdeu força frente ao euro, iene, e divisas de países emergentes. A moeda fechou o pregão operando entre R$ 5,156 e R$ 5,1129.

Os ganhos da bolsa foram impulsionados pelo avanço das bolsas norte-americanas, além da redução dos prêmios de risco no mercado global. No ano, o Ibovespa acumula alta de 7,21%.

A queda nos preços do petróleo ocorreu apesar dos conflitos entre EUA e Irã e dificuldades no Estreito de Ormuz, mas foi suavizada por esforços diplomáticos buscando retomar negociações entre Washington e Teerã.

Fonte: Agência Brasil