Economia

IBGE

Brasil tem uma “população subutilizada” de 64,7 milhões de pessoas

Trabalhadores autônomos somam 24 milhões no país, diz IBGE

Valmir

28 de junho de 2019 às 11:16


Imagem ilustrativa
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O Brasil tem uma “população subutilizada” de 64,7 milhões de pessoas, isto é, o país chegou perto dos 65 milhões de trabalhadores desempregados; que trabalham menos do que poderiam; que não procuraram emprego, mas estavam disponíveis para trabalhar; ou que procuraram emprego, mas não estavam disponíveis para a vaga. Mais uma vez os números representam um recorde para a série histórica, iniciada em 2012 pelo Pnad.

Já são 24 milhões de trabalhadores autônomos no Brasil, no trimestre encerrado em maio deste ano, segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O número é 1,4% superior ao registrado no trimestre encerrado em fevereiro deste ano (mais 322 mil pessoas) e 5,1% maior do que o observado no trimestre finalizado em maio de 2018 (mais 1,17 milhão de pessoas).

A população ocupada ficou em 92,9 milhões de pessoas, 1,2% superior (mais 1,07 milhões de pessoas) ao trimestre anterior e 2,6% a mais (2,36 milhões de pessoas a mais) do que no trimestre encerrado em maio do ano passado.

A taxa de desemprego ficou em 12,3%, abaixo dos 12,4% de fevereiro e dos 12,7% de maio de 2018.

Os empregados sem carteira assinada somaram 11,4 milhões de pessoas, crescendo em ambas comparações temporais: 2,8% (mais 309 mil pessoas) frente ao trimestre anterior e 3,4% (mais 372 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2018.

O empregados no setor privado com carteira assinada (exclusive trabalhadores domésticos) foi 33,2 milhões de pessoas, ficando estável frente ao trimestre anterior e subindo 1,6% (mais 521 mil pessoas) frente a maio de 2018.

O rendimento médio real habitual do trabalhador ficou em R$ 2.289, uma queda de 1,5% em relação ao trimestre encerrado em fevereiro deste ano, mas estável na comparação com maio de 2018. A massa de rendimento real habitual chegou a R$ 207,5 bilhões, estável em relação a fevereiro, mas 2,4% superior a maio do ano passado.

Fonte: Agência Brasil



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