Ciência & Tecnologia

Cientistas apresentam novas provas sobre vida na lua

Kentaro Terada, da Universidade de Osaka, do Japão, encontrou os primeiros sinais de vida terrestre no satélite

Teresinha

31 de janeiro de 2017 às 13:01


Lua
Lua

A superfície da Lua foi em tempos coberta por uma camada de oxigênio, produzido por ervas e microrganismos terrestres e transportado da atmosfera da Terra pelo vento solar, comunica um artigo publicado no jornal Nature Astronomy.

O cientista Kentaro Terada da Universidade de Osaka, do Japão, encontrou junto com seus colegas os primeiros sinais de vida terrestre na Lua, após o estudo dos dados recolhidos durante a missão lunar japonesa Selene.

Segundo as medições feitas pela sonda Selene, o vento solar, um fluxo de plasma expelido pelo Sol, pode transportar consigo grande quantidade de íons e moléculas de oxigênio da atmosfera, comunica o Nature Astronomy.

Segundo os cientistas, é a proporção de isótopos, bem como o grau de oxidação dos íons, que permite detectar o oxigênio tipicamente terrestre de origem biológica, sintetizado por micróbios, algas ou plantas. Esta descoberta explica um dos mistérios mais antigos da Lua, segundo comunicou o cientista.

Se concluiu também que a poeira lunar tem grande quantidade de oxigênio pesado, cuja fonte é a Terra, que "bombardeia" a Lua com grande quantidade de oxigênio cada vez que nosso planeta eclipsa a Lua e o Sol.

No total, segundo as estimativas dos autores do artigo, nos mais de 4 milhões de anos após a formação do Sistema Solar, cerca de 106 milhões de toneladas do oxigênio terrestre teriam sido transportadas para a Lua. Com informações da Sputnik News Brasil.

Fonte: Noticias ao minuto



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