Teresinha
10 de maio de 2020 às 18:00
Na quinta geração, a Audi RS 4 Avant destaca as típicas linhas RS e o motor 3.0 V6 TFSI (biturbo) com 450 cavalos de potência de 5.700 a 6.700 rotações por minuto e torque de 61 kgfm de 1.900 a 5 mil rpm, associado à transmissão Tiptronic de 8 marchas com regulagem esportiva e à tração integral permanente “Quattro”.
A station wagon, que de “perua” só tem a roupa, é oferecida na Europa a 113 mil euros, cerca de R$ 625 mil. A RS 4 Avant acelera de zero a 100 km/h em apenas 4,1 segundos e chega a 250 km/h – com o Pacote Dynamic RS, a final aumenta para 280 km/h. Ela é o “ponta de lança” esportiva da família e destaca a dinâmica de condução da gama A4.
Com a sua capacidade de verdadeiro “atleta” de alto desempenho, tem a parte dianteira completamente revista, com uma grade Singleframe mais larga e estilizada que na versão anterior, com estrutura em favo de mel e complementada pelo para-choque específico RS com entradas de ar laterais. Na traseira, o duplo difusor RS e o para-choque sublinham a aparência esportiva. É equipada de série com rodas em liga leve de 19 polegadas (20 polegadas como opção), e estão disponíveis vários pacotes externos de design em preto, na cor da carroceria ou em carbono.
O comprimento é de 4,78 metros, a largura, de 1,86 metro, a altura, de 1,43 metro e uma distância de entre-eixos muito generosa, de 2,82 metros. A RS 4 Avant parece sempre disposta a que exagerem no seu pedal da direita. A nova “perua” da Audi certamente vem para o Brasil, só não se sabe quando.
A Marelli Cofap Aftermarket, maior empresa de reposição automotiva do Brasil, lançou mais uma novidade em consonância com a estratégia de ampliação contínua de seu portfólio de componentes. Trata-se de palhetas de para-brisa, disponíveis em vinte e nove códigos desenvolvidos para atender às principais aplicações de veículos nacionais.
A nova linha de produtos da Magneti Marelli tem duas versões, a “Standard”, com dezoito códigos, do tipo metálico com vértebra de aço inoxidável, estrutura de alta resistência mecânica, armação com pintura fosca, proteção total contra o ozônio e desenho aerodinâmico. Esse tipo de palheta foi projetado para varrer a maior área possível nos para-brisa curvos.
A outra versão é a “Touch Flat”, com onze códigos, design aerodinâmico e tem por objetivo aproveitar a força do vento para elevar ao máximo o contato da palheta com o vidro, com pressão uniforme graças ao seu corpo curvado que se adapta ao vidro da frente e proporciona melhor limpeza durante a varredura. As palhetas Magneti Marelli estão ligadas a grandes redes de distribuição do país e podem ser encontradas em todo o território nacional.
A Toyota do Brasil anuncia a chegada da linha 2020 do RAV4 Hybrid. O modelo com tecnologia que combina um motor a combustão a outros três elétricos já teve mais de 3 mil unidades vendidas desde seu lançamento, em maio do ano passado. O modelo desembarca no Brasil nas novas versões S Connect Hybrid, com preço de R$ 193.990, e SX Connect Hybrid, a R$ 213.990.
O motor a combustão é um 2.5L DOHC de quatro cilindros e 16 válvulas, aliado a três elétricos alimentados por uma bateria de níquel-hidreto metálico II, 11% mais leve, que recarrega automaticamente quando o veículo desacelera ou freia, sem a necessidade de se conectar a uma fonte externa. Juntos, os quatro motores têm 222 cavalos de potência. As configurações do RAV4 Hybrid têm a transmissão automática HEV Transaxle continuamente variável e controlada eletronicamente, com um diferencial pré-engatado.
Esse sistema garante maior controle na desaceleração de modo sequencial e mais eficiência em alta velocidade, com mais desempenho, potência e baixo consumo. O RAV4 híbrido conta com quatro modos de condução: “Normal”, “Eco”, “EV” (100% elétrico) e “Sport”. Na SX, o motorista tem ainda a opção de fazer as trocas de marchas no volante.
O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou na sexta-feira da semana passada (dia 20) uma deliberação ampliando e interrompendo os prazos de processos e de procedimentos dos órgãos do Sistema Nacional de Trânsito. A medida faz parte das ações do Governo Federal de auxiliar a população no enfrentamento dos impactos do novo coronavírus no setor de trânsito e transportes brasileiro.
O órgão publicou uma deliberação no Diário Oficial da União na qual coloca em prazo indeterminado diversos processos que envolvem a Carteira Nacional de Habilitação, desde a renovação até recursos de multas e suspensão do direito de dirigir por pontuação atingida.
Na prática, se a CNH venceu no dia 19 de fevereiro de 2020, o condutor não precisa se preocupar com a renovação até a normalização dos processos com o fim do isolamento social. O mesmo serve para recursos sobre a suspensão do direito de dirigir e cassação da habilitação. A deliberação atinge também a PPD (permissão para dirigir ou habilitação provisória) e a emissão do CRV, o Certificado de Registro de Veículo, em transferências de propriedade de compras feitas a partir de 19 de fevereiro.
O aumento do distanciamento social no Brasil é uma medida fundamental de prevenção ao avanço do novo coronavírus. Mas há um público que precisa estar nas ruas para atendimentos fundamentais. Para essas pessoas, a Moura criou um serviço de entrega da bateria sem a necessidade de deslocamentos do cliente.
Por meio do “Mourafacil.com”, a plataforma online de vendas, o consumidor consegue escolher em seu computador, tablete ou celular o modelo adequado para o veículo e, em até cinquenta minutos, tem o produto entregue e instalado no carro. A plataforma é estratégica nesse momento, especialmente para profissionais que desempenham atividades essenciais, continuam se deslocando nas cidades e possam necessitar de forma emergencial de uma nova bateria.
Além da compra imediata, o serviço permite o agendamento, no qual é possível marcar a entrega dentro do horário comercial, por exemplo. O “Mourafacil.com” também está disponível na “Rappi” e no portal “WebMotors”.
O novo Audi A3 sedã deve começar a ser vendido nos Estados Unidos no final deste ano. Os aficionados pelos carros da marca das quatro argolas ficaram ansiosos pela informação sobre o três volumes depois que a nova geração do A3 Sportback foi lançada, há algumas semanas.
O A3 sedã 2021 terá no país norte-americano motor 2.0 turbo de quatro cilindros acoplado a um sistema híbrido-leve, entregando aproximadamente 240 cavalos de potência combinada, com tração dianteira e integral “Quattro” como opcional. A marca alemã não confirmou se essa configuração será a destinada para o mercado brasileiro.
Comparando, o A3 Sportback tem mais opções, a começar pela básica 1.0 turbo de três cilindros e 110 cavalos, passando pela 1.5 TFSI com ou sem a assistência híbrida-leve, ambas com 150 cavalos, pela 2.0 turbodiesel com 116 cavalos ou 150 cavalos, até as duas variantes híbridas plug-in prometidas para um futuro breve, as duas com o 1.4 turbo, um motor elétrico e transmissão de dupla embreagem e 6 marchas. O A3 sedã atual será produzido em São José dos Pinhais (PR) até o fim deste ano, devendo ser substituído pela nova geração, importada.
Apesar dos investimentos maciços das fabricantes em novas tecnologias que proporcionem uma boa relação de consumo de combustível e uma taxa de emissão de poluentes cada vez menor, alguns hábitos do motorista podem contribuir para se obter uma economia ainda maior. Esses hábitos podem estar na forma de conduzir o carro, na manutenção e na verificação de alguns itens que influenciam diretamente no quesito consumo. O bolso agradecerá se os seguintes itens forem respeitados:
- Calibrar os pneus – ter a disciplina de calibrar com a pressão recomendada pela fabricante melhora a rolagem dos pneus no solo, evitando o desperdício de combustível. O recomendável é fazer a calibração a cada quinze dias.
- Eliminar o peso extra – é ideal a retirada de objetos desnecessários do interior do veículo e do porta-malas. O objetivo é não levar “peso morto” durante o trajeto.
- Rotação certa – o motorista deve utilizar rotações adequadas para cada marcha engatada, evitando o alto giro do motor. Na dúvida, o próprio manual informa a marcha mais recomendada para cada velocidade desenvolvida.
- Sem “banguela” – não usar o ponto-morto com o veículo em movimento, a famosa “banguela”. Agindo assim, o motorista fica sem os recursos de frenagem do freio-motor e consome mais combustível. É melhor manter a marcha engatada e o pé fora do acelerador, principalmente em decidas.
- Suspensão – o alinhamento da suspensão é muito importante para evitar o desgaste de pneus, outro fator que acarreta um consumo maior de combustível.
- Catalisador e cano de descarga – verificar o estado do sistema de catalisador e escapamento. Esses itens podem apresentar desprendimento de seus componentes internos, obstruindo a saída dos gases de escape, provocando aumento de temperatura e consumo.
- Velas e cabos de ignição – o estado das velas e dos cabos de ignição é importante. São esses sistemas que garantem a queima do combustível dentro da câmera de combustão.
- Arrefecimento – o sistema tem uma válvula chamada de termostática, que, se apresentar problemas, poderá travar na posição aberta, liberando a total passagem do fluido de arrefecimento para o radiador, fazendo o motor trabalhar em uma temperatura muito baixa, especialmente em estradas. Quando o sistema de injeção interpreta que o motor está frio, envia mais combustível para a queima, desnecessariamente.
- Qualidade do combustível – verificar a qualidade do combustível que está se colocando dentro do tanque do carro. Combustíveis ruins comprometem o funcionamento do motor e alteram seu consumo.
- “Pé de chumbo” – evitar acelerações bruscas, que consomem uma quantidade de combustível muito maior. Dirigir com tranquilidade e na velocidade apropriada para cada via são um bálsamo.
Fonte: Automotrix
Natural de Pernambuco, é jornalista em São Paulo, editor dos jornais Alpha Autos e BLEH!, do blog Alpha Lazer e da fanpage @CoisaVelha - que tem mais de um milhão de seguidores no Facebook e Instagram. É Top4 dos “+Admirados Jornalistas da Imprensa Automotiva 2023”, na votação promovida pelo Jornalistas&Cia Imprensa Automotiva.
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