Saúde

SAÚDE

São Paulo investiga caso suspeito de ebola em paciente congolesa

Homem de 37 anos apresentou sintomas após viagem à República Democrática do Congo.

Da Redação

30 de maio de 2026 às 13:57 ▪ Atualizado há 1 hora

Ver resumo
  • São Paulo investiga um caso suspeito de ebola em um paciente da República Democrática do Congo, internado com sintomas típicos da doença.
  • O resultado dos exames que confirmarão a infecção ainda não foi divulgado.
  • O paciente retornou de uma área com surto de ebola classificado como de importância internacional pela OMS.
  • Autoridades de saúde adotaram medidas de isolamento e monitoramento conforme protocolos.
  • O risco de introdução do ebola no Brasil é considerado muito baixo devido à falta de transmissão local e à forma de transmissão da doença.
  • A doença é transmitida apenas mediante contato direto com fluidos de pessoas sintomáticas.
  • O período de incubação varia de dois a 21 dias, e não há vacinas ou tratamentos específicos aprovados para a cepa atual.
  • A OMS está trabalhando em novos tratamentos e vacinas para o ebola.

São Paulo investiga caso suspeito de ebola em paciente congolesa

São Paulo investiga um caso suspeito de ebola em um paciente natural da República Democrática do Congo, internado no Instituto Emílio Ribas com sintomas da doença. O resultado do exame que confirmará ou descartará a infecção ainda não foi divulgado.

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES), o homem, de 37 anos, retornou recentemente ao país de origem, onde há um surto de ebola classificado como de importância internacional pela OMS. O paciente apresentou febre intensa entre outros sintomas.

As investigações estão a cargo da Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD) e do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE-SP). Segundo Regiane de Paula, coordenadora da SES-SP, "as medidas previstas foram adotadas", incluindo isolamento e monitoramento, seguindo protocolos vigentes.

Casos suspeitos são notificados à vigilância epidemiológica municipal e ao CVE. O Instituto Adolfo Lutz realiza as investigações laboratoriais para diagnóstico diferencial.

Em nota, a secretaria avaliou como muito baixo o risco de introdução da doença no Brasil, devido à ausência de transmissão autóctone na América do Sul e à forma de transmissão do ebola, que exige contato direto com fluidos de pessoas infectadas.

A doença se transmite apenas após o início dos sintomas, que incluem febre alta, dores musculares e náuseas. O período de incubação varia de dois a 21 dias, com possíveis complicações graves, como manifestações hemorrágicas. Não há vacinas ou terapias específicas aprovadas para a cepa Bundibugyo atualmente em surto.

A OMS anunciou testes de novos tratamentos e vacinas para combater a doença.

Fonte: Agência Brasil



@production @if(request()->routeIs('site.home.index')) @endif @endproduction