Saúde

SAÚDE

Dependência química: a importância do diagnóstico de um especialista

Nos últimos dois anos, inclusive, os números de dependentes químicos aumentaram consideravelmente, em decorrência da crise financeira

Teresinha

16 de setembro de 2021 às 11:17


Dependência
Dependência

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2019, mais de 500 mil pessoas morrem anualmente em decorrência da dependência química. O problema, que é estabelecido como uma doença crônica e progressiva, vem afetando cada vez mais pessoas ao redor do mundo, principalmente como reflexo do cotidiano da sociedade moderna e de momentos traumáticos, como é o caso da atual pandemia mundial.

Nos últimos dois anos, inclusive, os números de dependentes químicos aumentaram consideravelmente, em decorrência da crise financeira e dos problemas psicológicos desencadeados pelo isolamento social.

Não à toa, cada vez mais são buscados especialistas para identificar o distúrbio. E, com o aumento da demanda, cada vez mais profissionais da saúde vem procurando por cursos de dependência química, seja de capacitação ou atualização, para atuar no diagnóstico e tratamento dessas pessoas.

Para esses profissionais, na hora de atender aos pacientes com esse tipo de transtorno, o processo de diagnóstico é um dos mais importantes, já que vai influenciar todo o tratamento seguinte.

Levando em consideração aspectos biológicos, sociais e culturais, o diagnóstico vai identificar a especificidade do problema, assim como suas influências nos sinais e sintomas do paciente. Vale lembrar que nenhuma perspectiva deve ser tomada isoladamente para dar conta dos aspectos essenciais da dependência.

Segundo estudos, é essa análise que vai sinalizar ainda qual o tipo de usuário ou qual estágio de dependência ele se encontra. Isso porque existe desde o experimentador, que faz uso esporádico, o social, que se utiliza de substâncias químicas de forma controlada, o nocivo, que ultrapassa os limites com frequência, e o abusador, que já tem histórico evolutivo da doença.

É somente depois de toda essa minuciosa investigação que o profissional poderá indicar o melhor tratamento para o problema, que pode ir desde terapia cognitivo comportamental – também utilizada com frequência para transtornos como depressão e síndrome do pânico – até a internação compulsória, que é feita por pessoas do convívio familiar.



@production @if(request()->routeIs('site.home.index')) @endif @endproduction