Política

ELEIÇÕES 2020

Unidade Popular realiza conveção e defende que o povo tenha direito à sua cidade

A Unidade Popular é o mais novo partido político de nosso país

Teresinha

11 de setembro de 2020 às 21:30


Convenção
Convenção

O Diretório Municipal da Unidade Popular Pelo Socialismo (UP) de Teresina realizou nesta sexta-feira (11/09) sua convenção partidária pela plataforma Google Meet, para garantir a saúde das pessoas por causa da pandemia de covid-19 e exatamente nessa conjuntura de pandemia onde se intensifica as desigualdades em nosso país, onde um governo fascista ataca constantemente os direitos e o patrimônio do nosso povo em detrimento de sua família e de seus amigos bilionários que ficaram mais ricos nessa pandemia, enquanto o restante do povo sofre com o desemprego, se torna necessário pensar outro projeto para as nossas cidades. Uma Teresina com qualidade de vida para todos e não só para alguns.

“ A convenção da Unidade Popular, realizada em 11 de setembro, data do golpe covarde e sangrento perpetrado contra a democracia e o povo chilenos pelo facínora general Pinochet, reafirmou que a luta anti-fascista e em defesa da democracia será permanente na campanha municipal de 2020.

A UP, em coligação com o PCB, reafirmou também que levantará alto a bandeira do poder popular, para que o povo pobre de Teresina, excluído e marginalizado,  tenha direito à sua própria cidade”, afirma Pedro Laurentino.

A Unidade Popular é o mais novo partido político de nosso país. E estará disputando pela primeira vez as eleições municipais no Brasil, depois de ter conquistado sua legalização em dezembro de 2019, recolhendo em todo o país: 1 milhão e 200 mil assinaturas. Processo construído nas ruas, em um amplo processo de mobilização de movimentos sociais, sem nenhum dinheiro de banqueiros, empreiteiras, de corruptos ou especuladores. Um processo construído coletivamente com o apoio de quem acredita que é possível mudar esse país em favor de quem trabalha, do povo pobre, das periferias, das mulheres, da juventude e da população LGBTQIA+.

O conjunto do partido aprovou as candidaturas:

  • De Pedro Laurentino para disputar a prefeitura da cidade. Pedro quem tem longa vida dedica à luta do povo, contra a ditadura militar fascista, em defesa dos direitos dos trabalhadores, contra a reforma trabalhista e da previdência, contra as privatizações, etc.
  • A Ellica Ramona para a vice-prefeitura. Mulher jovem e negra, que participou ativamente nos últimos anos das principais lutas em defesa dos direitos da juventude e dos trabalhadores.
  • “ O povo gosta de discutir política e a forma como a unidade popular foi legalizado mostra bem isso, agora o que o povo não quer discutir é a política que grande parte das prefeituras fazem, a política de se vender aos grandes empresários colocando assim um verdadeiro caos na vida dos trabalhadores”, disse Ellica Ramona.

Aprovam também duas candidaturas para a câmara municipal da cidade:

  • Carvalho, cobrador do sistema de transporte coletivo. Um trabalhador que tem a história de vida igual a milhões de outros brasileiros, marcada por trabalho precário desde muito cedo para garantir a sobrevivência da sua família, que conheceu a luta por moradia e desde então nunca parou de se organizar para mudar e transformar essa realidade marcada por profundas desigualdades.  
  •  E uma candidatura coletiva de juventude composta por Vitória Oliveira, Thays Dias e Hector Belém, juntos temos uma candidatura de jovens, mulheres, negros e negras, lgbtqia+’s. Marcados pela luta em defesa da educação, por direito a cidade, por moradia, contra o machismo, o racismo e a LGBTfobia, etc.   

São candidaturas que tem como centro o poder popular e a luta antifascista, são candidaturas construídas pelas bases da sociedade com o apoio de pessoas que acreditam que é possível transformar Teresina em uma cidade com qualidade de vida para todos e não só para alguns. Numa cidade que valorize os seus trabalhadores, que respeite as diferenças, que erradique o analfabetismo, que amplie o acesso à saúde básica, que acabe com a distinção de cor nos postos de trabalho e no acesso à cidade, que tenha garantia de distribuição de renda, que dê condições dignas de moradia.

Fonte: ascom/Pedro Kardec



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