Política

ELEIÇÃO

Eleições na Colômbia põem esquerda e direita em disputa acirrada

Cerca de 41 milhões de eleitores escolherão próximo presidente entre 14 candidatos no domingo

Da Redação

29 de maio de 2026 às 11:42 ▪ Atualizado há 5 horas

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  • 41 milhões de colombianos participam das eleições neste domingo, 31 de março.
  • 14 candidatos concorrem, mas apenas três têm chances reais de chegar ao segundo turno.
  • O resultado pode impactar o alinhamento da Colômbia com os EUA ou continuar o projeto de Gustavo Petro.
  • Iván Cepeda, um dos favoritos, é filósofo de esquerda e aliado de Petro, focado em causas sociais e direitos humanos.
  • Paloma Valencia, senadora de direita, defende segurança mais rígida e é aliada de Álvaro Uribe.
  • Abelardo de La Espriella, advogado e novato na política, adota discurso de repressão ao crime e traz novidades à disputa.
  • As eleições ocorrem em meio a tensões de segurança devido a conflitos armados recentes.
  • A "Paz Total" de Petro é um tema desafiador no debate eleitoral.
  • Os colombianos vão escolher entre modelos de governança distintos, com possíveis repercussões nas relações internacionais.

Eleições na Colômbia põem esquerda e direita em disputa acirrada

Cerca de 41 milhões de colombianos vão às urnas neste domingo, 31 de março, para decidir o futuro político do país. Com 14 candidatos na disputa, apenas três têm chances reais de avançar ao segundo turno, marcado para 21 de junho. O resultado pode redefinir o alinhamento da Colômbia com os Estados Unidos ou dar continuidade ao projeto do atual presidente Gustavo Petro.

Entre os favoritos está Iván Cepeda, filósofo de esquerda e defensor dos direitos humanos, que lidera as pesquisas. Cepeda, aliado de Petro, tem trajetória política marcada pela defesa de causas sociais e combate à violência. Sua eventual vitória significaria a continuidade do governo do Pacto Histórico, bloqueio partidário de Petro.

Paloma Valencia, senadora da direita tradicional, e Abelardo de La Espriella, advogado conhecido pelo apoio a líderes como Donald Trump, despontam como principais adversários de Cepeda. Valencia defende políticas de segurança mais rígidas e é aliada do ex-presidente Álvaro Uribe.

De La Espriella, candidato pela primeira vez, se apresenta como outsider com um discurso de forte repressão ao crime. Sua presença na corrida presidencial adiciona uma dinâmica complexa à disputa entre as forças políticas tradicionais e novas.

A eleição acontece em um contexto de tensão devido a recentes conflitos armados no país. A proposta de "Paz Total" de Petro enfrenta desafios, enquanto a abordagem de cada candidato para a segurança nacional é central no debate eleitoral.

Com o futuro político do país em jogo, os colombianos terão a missão de escolher entre modelos distintos de governança e possíveis impactos nas relações internacionais, especialmente com os Estados Unidos.

Fonte: Agência Brasil



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