Polícia

PROCEDIMENTO CIRURGICO

PGR apoia saída de Bolsonaro da prisão domiciliar para cirurgia no ombro

A manifestação foi assinada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet

Teresinha

25 de abril de 2026 às 08:01 ▪ Atualizado há 4 horas

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  • A PGR enviou parecer favorável ao pedido de Jair Bolsonaro para deixar a prisão domiciliar para realizar cirurgia no ombro.
  • O pedido foi analisado pelo procurador-geral Paulo Gonet após solicitação do ministro Alexandre de Moraes.
  • A PGR apoia o pedido desde que sejam adotadas medidas cautelares.
  • A cirurgia é para tratar uma lesão no manguito rotador do ombro direito de Bolsonaro.
  • Bolsonaro está em prisão domiciliar desde março após internação por pneumonia bacteriana.
  • Foi condenado a 27 anos e 3 meses por envolvimento em trama golpista.
  • A decisão final sobre a autorização cabe ao ministro Alexandre de Moraes.

Bolsonaro cumpre prisão domicilar
Bolsonaro cumpre prisão domicilar

A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta sexta-feira (24), parecer favorável ao pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro para deixar a prisão domiciliar e realizar uma cirurgia no ombro direito.

A manifestação foi assinada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, após solicitação do relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes, que havia concedido prazo de cinco dias para a análise.

Segundo Gonet, a PGR não se opõe ao pedido da defesa, desde que sejam adotadas as medidas cautelares consideradas necessárias.

De acordo com os advogados de Bolsonaro, o ex-presidente precisa passar por um procedimento cirúrgico para tratar uma lesão no manguito rotador do ombro direito.

Bolsonaro está em prisão domiciliar desde 24 de março, quando recebeu alta do Hospital DF Star, em Brasília, após internação para tratamento de pneumonia bacteriana.

O ex-presidente foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão na ação penal que apura a trama golpista. Antes da prisão domiciliar, ele cumpria pena no 19º Batalhão da Polícia Militar, no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, conhecido como “Papudinha”.

A decisão final sobre a autorização para a saída temporária cabe ao ministro Alexandre de Moraes.

Fonte: Agência Brasil