Polícia

Operação Unha e Carne no RJ

PF prende bicheiro, ex-presidente da Alerj e pastor no RJ

Operação Unha e Carne que prende bicheiro, ex-presidente da Alerj e pastor no RJ investiga lavagem de dinheiro e corrupção

Teresinha Ferreira

02 de julho de 2026 às 14:42 ▪ Atualizado há 3 horas

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  • A Polícia Federal iniciou a quinta fase da Operação Unha e Carne no Rio de Janeiro.
  • Foram presos Adilson Oliveira Coutinho Filho (Adilsinho), Rodrigo Bacellar e pastor Márcio Poncio.
  • Mandado de busca foi cumprido contra Marco Antônio Cabral, filho de Sérgio Cabral.
  • A operação investiga lavagem de dinheiro e ligação com o poder político local.
  • Adilsinho é apontado como figura-chave no jogo do bicho e contrabando de cigarros.
  • Bacellar está preso no Complexo Penitenciário de Bangu e pode ser transferido.
  • Defesas de Adilsinho e Marco Antônio Cabral negam envolvimento em ilegalidades.
  • As ações visam desmantelar esquemas de corrupção no estado.

PF prende bicheiro, ex-presidente da Alerj e pastor no RJ

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (2) a quinta fase da Operação Unha e Carne, prendendo lideranças políticas, religiosas e da contravenção no Rio de Janeiro. Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, o ex-presidente da Assembleia Legislativa fluminense Rodrigo Bacellar e o pastor Márcio Poncio estão entre os detidos.

Além das prisões, um mandado de busca e apreensão foi cumprido contra Marco Antônio Cabral, filho do ex-governador Sérgio Cabral. A ação visa aprofundar as investigações sobre lavagem de dinheiro e possíveis conexões com o poder político local. A polícia busca analisar o material apreendido e identificar fluxos financeiros e participaçoes no esquema.

A defesa de Adilsinho nega envolvimento em pagamento de vantagens indevidas e espera esclarecer as acusações em um processo justo, conforme disse o advogado Ricardo Braga. Adilsinho, preso desde fevereiro, é apontado como figura de destaque no jogo do bicho e contrabando de cigarros.

Bacellar, detido no Complexo Penitenciário de Bangu, deve ser transferido para uma prisão federal. A defesa de Marco Antônio Cabral nega seu envolvimento em atividades ilegais, enquanto a defesa de Márcio Poncio não foi localizada.

As ações são parte de um esforço contínuo para desmantelar esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro ligados a organizações criminosas no estado do Rio de Janeiro.

Fonte: Agência Brasil



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