O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, foi um dos convidados no jantar em comemoração dos 20 anos de casamento de Wellington Dias e Rejane Dias, ontem à noite, na residência oficial, quando o governador anunciou que vai renunciar ao cargo para concorrer ao Senado. Segundo o deputado Fábio Novo, presidente do PT no Piauí, o governador não está faltando com sua palavra. Ele decidiu pela candidatura após receber insistentes pedidos do presidente Lula, da ministra Dilma Rousseff, pré-candidata a presidente pelo PT, além dos ministros Padilha e Patrus Ananias (Desenvolvimento Social) e de lideranças políticas de nove partidos do Piauí."Foram muitos os apelos para que Wellington Dias fosse candidato. A política é muito dinâmica. O próprio prefeito Silvio Mendes disse, ao se eleger pela primeira vez, que não disputaria um segundo mandato. Quando foi reeleito, disse que cumpriria o mandato até o fim e agora anuncia que é candidato ao governo", lembrou.Ainda segundo Fábio Novo, Wellington Dias é o mais lembrado, o mais citado nas pesquisas para o Senado e tem sido cobrado pelo povo para que se candidate. "Foi assim ontem na inauguração da ponte João Isidoro. O momento é de se respeitar essa decisão . Vamos continuar as conversações para tentar manter a unidade na base.Sobre as críticas dos tucanos de que Wellington Dias adotou o comportamento de refluior de suas decisões, Fábio Novo disse que o governador tomou a decisão correta e Teresina vai saber porque a partir de agora."O diálogo com a prefeitura não era honesto. Ajudamos na conclusão de várias obras, com recursos, e recebemos críticas, acusações, ataques do PSDB e da prefeitura. Agora, vamos ter um diálogo franco com Teresina", prometeu.
Fonte: Paulo Pincel