Teresinha
03 de novembro de 2016 às 16:11
Como faz há dias o PMDB, ao evitar falar sobre aliança, ocupação de cargos, desde que a composição com o governo do PT veio a público, o governador Wellington Dias também tem se esquivado de discutir quais secretarias vão ser ocupadas pelos novos aliados a partir de dezembro, quando deve ser anunciada a reforma no secretariado.
“A decisão tem que ser tomada pelo conjunto de partidos. O importante é o compromisso pela governabilidade, garantir as condições de trabalho e claro, trabalhando e respeitando também os partidos que se colocam na oposição”, desconversou Wellington Dias.
Nesta quinta-feira (3), ao inagurar a duplicação da Ponte Wall Ferraz, ligando as Avenidas Higino Cunha, no bairro Piçarra, na zona Sul, e Cajuína, no São João, na zona Leste da capital, Wellington Dias comentou - “por alto” - essa composição, apesar das reações que existem tanto no PT quanto no próprio PMDB.
O vice-presidente do partido, ex-deputado federal João Henrique Sousa, já disse que o deputado federal Marcelo Castro não decide nada sozinho, sem ouvir as instâncias do PMDB, nada será na imposição.
“Nós tivemos bons entendimentos não só com o PMDB, mas com outros partidos, uns que estiveram comigo em 2014 ou outros que estão atuando em parceria desde o começo do mandato. Certamente devo estar me posicionando nos próximos dias”, previu.