Uma quadrilha especializada em assaltos a casas de shows e saidinhas bancárias, além de assassinatos foi desmanchada na tarde de hoje por uma equipe do 8º DP (Dirceu). Dentre os crimes que a gangue é acusada está o assalto à casa de noturna Copacabana no dia 20 deste mês.
Dois homens e uma mulher foram presos como integrantes da gangue. Destes, ume considerado o “matador oficial” do homem tido como o maior traficante de Teresina, identificado apenas por “Padeirinho”. Foram presos Mardilson Gomes de Macedo, o “matador”, Pablo Gledson Modesto Lopes, ambos de 25 anos e Maria Katyane de Araújo, 22 anos, tida como mulher de Gomes.
Além deles a Polícia está a procurado de Wilson da Silva Barreto, o “Negro Wilson”, que segundo o chefe de investigações do 8º DP Fred Maia, é outro grande matador já respondendo a oito assassinatos, a maioria na região do conjunto Promorar, na zona Sul.
Os três foram capturados em uma casa na rua Porto, no bairro Macauba, também na zona Sul. No local foram apreendidos um carro, uma moto, uma pistola 635 de usos exclusivo das forças de segurança, além de uma grande quantidade de jóias e computadores portáteis, a maioria roubada quando da invasão da casa noturna que fica na região do Dirceu Arcoverde.
Conforme Fred Maia, que fez todo o trabalho em companhia do também investigador Marcelo Duarte, quando a casa noturno foi assaltada poucas pessoas, incluindo os donos regoistraram queixa, os demais resolver assumir os prejuízos calados porque estavam em um local onde as mulheres não imaginavam e para evitar problemas em casa, esqueceram o roubo.
Segundo o delegado Christian Castro Mascarenhas, que recentemente assumiu o 8º DP, as investigações sobe a quadrilha começaram logo após o roubo e só devem ser concluídas com a prisão do último acusado, o “Negro Wilson”.
Além dos crimes de previstos pelo assalto, porte ilegal de armas, formação de quadrilha, dentre outros, Katyane também vai responder por tentativa de aborto. Ontem, durante interrogatório ela disse que estava passando mal porque no dia anterior havia tomado e introduzido via vagina quatro comprimidos com o objetivo de abortar um feto.
O delegado determinou que o Samu fosse chamado para atender a acusada que foi levada a uma maternidade da cidade para que um medico especialista pudesse averiguar o que estaria acontecendo. Dois policiais foram escoltando Katyane.
Fonte: Da redação