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SOLIDARIEDADE

Pesquisa do IBGE revela que Piauí tem maior taxa de pessoas solidárias do país

Pelo menos 78 mil pessoas realizam trabalho voluntário no Piauí

Alinny Maria

07 de junho de 2020 às 10:59


Doação
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Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) apontou que o Piauí tem a maior taxa de pessoas solidárias do país. De acordo com o estudo, cerca de 38,1% dos piauienses afirmam participar do cuidado de crianças, idosos ou enfermos, sejam moradores do domicílio ou parentes que residem em outros locais. Daqueles que colaboram com o cuidado de outras pessoas no Piauí, cerca de 41,6% disseram que possuem empregos remuneradas. A taxa é a maior do país.

As mulheres se destacam na solidariedade

A presença feminina é destaque quando o assunto é o cuidado com o outro. Cerca de 43,9% das mulheres piauienses afirmam participar do cuidado de outras pessoas, já entre os homens do Estado, a participação é de apenas 31,7%.

Se comparado ao Brasil, elas ainda se destacam. O índice médio de participação é de 36,8% e, entre os homens, a taxa é de 25,9%.

78 mil piauienses fazem trabalho voluntário

Pelo menos 78 mil pessoas realizam trabalho voluntário no Piauí, o que equivale a 3% da população do estado, conforme a pesquisa.

Desse total, a maioria, que corresponde a 39,6%, realiza ações de voluntariado com frequência de quatro ou mais vezes por mês. Além disso, cerca de 6,2% dos voluntários afirmaram participar das atividades por meio de empresas, organizações ou instituições e, apenas 13,8%, desenvolvem as ações individualmente.

Homens dedicam mais tempo ao trabalho voluntário 

De acordo com o IBGE, a quantidade média de tempo dedicado ao trabalho voluntário no Piauí é 5,6 horas semanais.

Os homens dedicam mais tempo ao serviço, em média 6,5 horas. Já as mulheres, usam 5,1 horas semanais para o trabalho voluntário no estado.

Mulheres são a maior parte de voluntários 

 A pesquisa revelou ainda que a maior parte dos voluntários no estado é mulher (65,1%), elas têm entre 25 e 49 anos de idade (47,4%) e ensino médio completo ou superior incompleto (37,7%). Cerca de 62,5% são de cor parda e 65% também atuam em ocupações remuneradas.

 

Fonte: IBGE



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