Teresinha
14 de novembro de 2016 às 20:11
Caso se confirme a “improvável" decisão do atual presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) de não disputar a reeleição, em fevereiro próximo, muitos nomes vão entrar na disputa do cargo, que prevê um orçamento superior a 6 bilhões em 2017.
O piauiense Heráclito Fortes é um deles. O deputado garante ter o apoio unânime do PBS para concorrer ao cargo. "Ele (Rodrigo Maia) não sendo candidato, aí sim nós entraremos na disputa. [...] A Câmara vive um momento de paz, de tranquilidade, o que todo mundo buscava. De forma que, dentro do meu partido, ainda não houve uma reunião para tratar especificamente da matéria, mas a gente sente que há um consenso em torno disso”.
Além de Heráclito Fortes, o PSB tem mais dois deputados federais: Átila Lira e Rodrigo Martins. “Nós temos aqui o total apoio ao deputado Heráclito Fortes. Acreditamos que ele é um nome preparado, um nome que tem entrado em vários partidos. É uma pessoa bem articulada e conhece todos os deputados e a Câmara Federal. O PSB, na última eleição quando Rodrigo Maia disputou, saiu numa disputa interna e infelizmente nós fomos voto vencido e optou-se pelo lançamento da candidatura do deputado Júlio Delgado, que acabou não se concretizando e isso prejudicou uma possível candidatura de Heráclito Fortes, mas no momento o nome dele é quase que unânime no partido. Se ele quiser, ele vai disputar com grande possibilidade de ganhar", acredita Rodrigo Martins.
A Câmara dos Deputados e o Senado Federal, juntos, tem orçamento superior a R$ 9,4 bilhões em 2016. Ou seja, o Congresso Nacional custa ao país o equivalente a R$ 1,1 milhão por hora, segundo o portal Contas Abertas, daí o intersse de muita gente em comandar uma das duas Casas Legislativas que compõe o Congresso. A Câmara tem orçamento maior que o Senador, diga-se.